O PL voltou a defender mudanças no processo de apuração das eleições e, por isso, apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um conjunto de oito propostas voltadas à eleição de 2026. Entre as principais medidas, o partido pediu o retorno da divulgação da totalização dos votos por estados antes da consolidação nacional, pois considera que esse modelo amplia a transparência e facilita a conferência dos resultados. Além disso, a legenda sugeriu novos mecanismos de fiscalização. Ao mesmo tempo, reforçou a necessidade de aperfeiçoar procedimentos de auditoria e de acompanhamento da apuração.
Além dessas propostas, o partido também cobrou ações para garantir maior segurança eleitoral em regiões sob influência de facções criminosas. Entretanto, o PL reconheceu que a adoção do voto impresso não ocorrerá nas eleições de 2026. Já que o calendário eleitoral, os custos e as exigências operacionais inviabilizam a implementação da medida. Dessa forma, a legenda concentrou seus esforços em mudanças consideradas viáveis para o próximo pleito e, assim, pretende ampliar a confiança no processo eleitoral sem alterar o modelo atual de votação.
Governo registra déficit de R$ 53 bilhões puxado por queda de repasses do BNDES
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) atuou nos dois lados do orçamento público e colaborou para que o governo atingisse, em maio de 2026, um déficit primário de R$ 53,3 bilhões, seu pior desempenho para o mês desde 2024. Os dados constam no boletim do resultado do Tesouro Nacional divulgado nesta segunda-feira (29).
Do lado das receitas, o governo enfrentou uma queda de R$ 6,7 bilhões nos repasses de lucros e dividendos do BNDES. Já no âmbito das despesas, o mesmo banco opera o Fundo Garantidor de Investimentos (FGI), que recebeu um aporte de R$ 2 bilhões para liberar linhas de crédito a micro, pequenas e médias empresas, por meio do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac-FGI). O programa foi lançado como forma de lidar com a tensão no Oriente Médio.
Valdemar Neto pretende dizer a Michelle que, sem ela, eleição fica difícil
O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, antecipou à coluna Painel, do jornal Folha de S.Paulo, o que deve dizer a Michelle Bolsonaro noencontro que tem marcado com a ex-primeira-dama. De acordo com Valdemar, ele pretende afirmar a ela que a eleição de seu enteado, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), corre risco se não puder contar com seu apoio.
“Se perdermos a Michelle, a eleição vai ficar muito difícil para nós”, antecipou o cacique. Ele afirmou ainda que não sabe se conseguiria convencê-la no encontro, marcado para esta terça-feira, em Brasília. Há a possibilidade de que Flávio também participe da reunião, que é tratada como um encontro de conciliação.
Confira outros destaques do Café com a Gazeta do Povo desta terça-feira (30):
- PL APOSTA EM MULHER COMO VICE PARA AMPLIAR ALCANCE ELEITORAL DE FLÁVIO;
- MILEI PUBLICA FOTO COM FLÁVIO BOLSONARO E DIZ QUE “MARÉ AZUL CHEGARÁ AO BRASIL”;
- GOVERNO DO CE APURA NEGLIGÊNCIA POLICIAL EM PLANTAÇÃO DE MACONHA APÓS DENÚNCIA DE DEPUTADO DO PL;
- MORTES POR TERREMOTOS NA VENEZUELA PASSAM DE 1,7 MIL; MAIS DE 15 MIL ESTÃO DESABRIGADOS.
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