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Cachorra resgatada pela PRF
Recruta apareceu toda machucada em posto da PRF, passou por tratamento veterinário e agora ganhou uma nova casa (Foto: Divulgação/PRF)| Foto:

Uma história que poderia ter um desfecho triste ganhou um final feliz em Mandirituba, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Uma cachorrinha que havia sido resgatada muito machucada por policiais rodoviários na BR-116 vai ganhar um novo lar depois de passar mais de um mês de recuperação.

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A história começou em fevereiro, quando a cachorrinha chegou à Unidade Operacional da Polícia Rodoviária Federal (UOP) muito magra, mancando e se locomovendo com bastante dificuldade. Os policiais a acolheram e, que com apoio da concessionária que administra a rodovia, conseguiram enviá-la para um tratamento veterinário.

O animal voltou na última quinta-feira (4) com um novo nome: Recruta. E, como a unidade às margens da rodovia e a cachorra não está acostumada com o movimento da região, os policiais decidiram colocá-la para adoção. “Nós temos medo que ela, depois de tudo que passou, acabe sofre um acidente por conta do movimento que tem por aqui”, explica o policial rodoviário Alexandre Moreira, que trabalha na UOP.

E a busca de um novo lar para Recruta não demorou muito. Menos de uma semana após ter retornado do veterinário, a cachorrinha acabou sendo adotada nesta terça-feira (9) por uma caminhoneira aposentada que hoje vive em São José dos Pinhais.

Alexandre conta que a unidade recebe constantemente visita de animais. “Aqui na frente tem um parque e muitos animais são abandonados ali. Então eles acabam vindo até nós por ter comida e abrigo. Alguns chegam e vão embora, outros ficam”, destaca o policial rodoviário, relembrando que abandono de animais é crime, com pena de detenção de três meses a um ano, além de multa. Segundo ele, essa não é a primeira vez que a UOP promove adoção de animais.

Além de Recruta, os policiais já possuem duas outras mascotes, Pretinha e Amarelinha, que estão acostumadas com a rotina de rodovia. O posto também tinha um gato de estimação, mas o bichano precisou ser doado em meados de 2018 quando a unidade ficou um mês sem funcionar. “A gente fica com saudade, porque nos acostumamos com a presença deles”, lamenta Alexandre.

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