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Pecuária

30 mil animais vão ser abatidos no MS

Autoridades sanitárias querem acelerar obtenção do status de área livre de febre aftosa

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  • 17/02/2007 18:44

Campo Grande – Começaram ontem os abates sanitários no rebanho bovino de três municípios de Mato Grosso do Sul – Mundo Novo, Eldorado e Japor㠖, onde ainda há circulação viral da febre aftosa. São 153 mil animais sob suspeita. As autoridades sanitárias calculam que 30 mil vão ser abatidos em três frigoríficos da região. Foram coletadas 11.449 amostras entre dezembro e janeiro últimos, sendo que 2,7% (310 animais) foram reagentes ao teste. Das três localidades, Japorã teve o maior índice, 4,9%.

Depois de várias negociações entre pecuaristas e autoridades sanitárias, a opção foi pelo abate sanitário, como medida para alcançar mais rapidamente o status de área livre de aftosa no MS. Além disso, foram adotadas restrições para criação engorda e comercialização.

Os frigoríficos escalados para os abates – Fribrasil Alimentos Ltda e Abatedouro Folador, em Eldorado; União de Iguatemi e Diplomata S/A Indústria e Comércio, em Iguatemi; e Abatedouro Folador & Kereck Ltda, em Mundo Novo – vão ter isenção de ICMS. Segundo o governador André Puccinelli, com esta medida o estado deixará de arrecadar R$ 18 milhões. O valor pode ser maior, caso os abates ultrapassem a cota estimada em 30 mil cabeças.

O gado é vendido aos frigoríficos, o que dispensa indenização aos produtores. Segundo normas publicadas no Diário Oficial do Estado, o trânsito dos animais só será permitido para abates imediatos nos frigoríficos escalados.

Ainda segundo a publicação, a carne será destinada a qualquer município do estado e também poderá ser levada para outros estados, mas maturada e desossada, e os demais produtos e subprodutos submetidos a tratamentos físicos ou químicos capazes de inativar o vírus da febre aftosa. Os veículos que transportarão os animais terão de ser higienizados pelos frigoríficos que farão o abate. Após abate os frigoríficos também terão de passar pelo processo de higienização.

Para evitar novos contágios, a Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) está recadastrando as fazendas as região de fronteira. Conforme a secretária de Desenvolvimento Agrário, da Produção e Turismo, Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, a medida vai contemplar todos os imóveis rurais da região de fronteira, "desde o Sul até o Norte do estado", que somam 6,7 mil fazendas. Há também, a vacinação antiaftosa em todo o rebanho da divisa MS-Paraguai, que começará no próximo mês.

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