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Aeroportos de Cascavel e Maringá saem na frente

Com projetos prontos, os dois serão privilegiadas em plano de investimentos do governo federal. Outros 13 municípios do estado dependem de avaliação

  • PorPedro Brodbeck
  • 07/08/2013 21:23
O projeto de expansão do aeroporto de Maringá já foi revisado pelo governo federal e aguarda adequações | Ivan Amorin/ Gazeta do Povo
O projeto de expansão do aeroporto de Maringá já foi revisado pelo governo federal e aguarda adequações| Foto: Ivan Amorin/ Gazeta do Povo

Levantamento

Plano aeroviário do estado será refeito depois de 25 anos

Com papel apenas auxiliar no programa de investimentos para os aeroportos, o governo do estado planeja entregar no ano que vem a atualização do Plano Aeroviário do Paraná. A ideia é ter um levantamento do movimento, estrutura e das áreas de entorno dos 40 aeródromos paranaenses. O último diagnóstico do tipo foi realizado em 1989.

De acordo com a responsável pelo modal aeroviário da Secretaria de Infraestrutura e Logística do estado, Viviane Giamberardino, o plano vai ajudar a guiar os investimentos do programa do governo federal. "Também pedimos à Secretaria de Meio Ambiente para que passasse à Secretaria de Aviação Civil quais as exigências para a liberação de licenças ambientais. A intenção é agilizar os processos", explica.

Os aeroportos de Cascavel e Maringá saíram na frente no Programa de Investimentos em Logística (PIL) do governo federal. Eles são os únicos – dentre os 15 do Paraná enquadrados no programa – que já tinham projetos preliminares de expansão para apresentar à Secretaria de Aviação Civil (SAC) da presidência da República quando o PIL foi anunciado, no fim de 2012.

INFOGRÁFICO: Quinze cidades paranaenses devem receber parte dos R$ 73,5 bilhões do FNAC

Como as duas cidades já tinham levantado os problemas de seus terminais, tendem a "pular" algumas etapas e garantir que seus pedidos sejam atendidos. A licitação para construção do novo terminal de passageiros de Cascavel, por exemplo, foi autorizada anteontem. Aos outros treze municípios, resta esperar qual será a avaliação do governo federal e quais demandas serão atendidas.

O programa nacional tem como objetivo promover a aviação regional. Para isso, a SAC quer equipar os aeroportos do interior do país para que possam receber voos comerciais com maior frequência. No entanto, as prefeituras e administrações de cada terminal têm dúvidas se todas as necessidades serão atendidas.

Ao todo, são R$ 7,3 bilhões destinados a 270 aeroportos de todo o Brasil, uma média de R$ 27 milhões por cidade. "Alguns têm necessidades simples, como uma cerca ou ambulância. Outros precisam de desapropriações no entorno, novas pistas e terminais. O bolo pode não ser suficiente para todos", afirma o coordenador do Núcleo de Aeronáutica da PUC-RS, Emílio Rodrigues.Na maioria das cidades, até o momento, o que aconteceu foi uma vistoria preliminar para elaborar um inventário da atual estrutura aeroportuária no país. Nos próximos meses, um novo levantamento das necessidades de cada cidade será feito pela secretaria para que, em uma terceira fase, os projetos sejam elaborados e as licitações, abertas. As obras não têm data para começar."Foi feita uma visita, mas é Brasília que vai decidir qual investimento será feito. Por enquanto, não sabemos nada", conta o secretário de planejamento de União da Vitória, Jamar Clivatti. DianteiraO que a SAC e o governo do estado admitem é que as cidades que se adiantaram ao elaborar seus projetos preliminares podem receber os investimentos antes das demais. Com licitação já autorizada, Cascavel, por exemplo, tem boas chances.Em Maringá, o projeto de expansão de pista, pátio e terminal do aeroporto, que tem orçamento de R$ 65 milhões, já foi revisado pelo governo federal e aguarda algumas adequações e correções."Quando o anúncio foi feito, já tínhamos mapeado nossas necessidades e orçado parte das obras necessárias. Por estarmos adiantados, a expectativa é que boa parte dos problemas atuais sejam solucionados com os investimentos", explica o superintendente do aeroporto, Marcos Valêncio.

Colaborou Jonatan Lavor

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