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Mercado

Agência de risco S&P corta nota da Vale por queda de preço do minério

Em 12 meses, as ações da Vale já acumulam perdas de 33% na Bolsa

  • PorFolhapress
  • 23/01/2015 18:05

A agência de classificação de risco S&P (Standard & Poor's) rebaixou a nota de crédito da Vale de A- para BBB+, com perspectiva estável. Apesar disso, o grau de investimento (chancela de local seguro para se investir) foi mantido.

A nova nota, anunciado na noite de sexta (23), reflete a queda no preço do minério de ferro, o que afeta a capacidade de geração de caixa da Vale enquanto suas despesas continuam altas, devido ao seu plano de investimentos.

Nesta semana, a S&P reduziu a sua estimativa para os preços do minério de ferro para US$ 65 por tonelada em 2015 e em 2016. Para 2017, a projeção é de US$ 70.

"O rebaixamento reflete a nossa expectativa de que o perfil de risco financeiro da Vale vai piorar nos próximos dois anos para níveis incompatíveis com o nosso rating [nota] anterior", informou a S&P.

A performance da empresa só deve melhorar em 2017, quando a mineradora terá concluído os seus projetos de expansão e poderá levar sua produção a nível recorde.

Também nesta sexta-feira (23), o banco americano Goldman Sachs reduziu a recomendação do ADR [recibo de ação negociado em Nova York] da Vale de compra para neutra. A decisão também foi motivada por piora nas previsões para os preços dos metais.

Na Bolsa

A notícia foi suficiente para derrubar as ações da empresa na Bolsa. O papel preferencial fechou em baixa de 5,32%, para R$ 18,32, contribuindo para a desvalorização de 1,35% do Ibovespa, principal índice da Bolsa.

Em 12 meses, as ações da Vale já acumulam perdas de 33%. No mesmo intervalo, o preço do minério com 62% de teor de ferro na China, referência no mercado internacional, tem queda de 47%, segundo o Steel Index.

O novo rating da Vale também está alinhado com a deterioração do cenário macroeconômico no Brasil. Para os analistas da S&P, a habilidade da empresa para cobrir os seus pagamentos, em um período de acesso limitado de exportadores a moeda estrangeira, será restrita.

"Esse não era o caso quando o minério de ferro estava em US$ 85 por tonelada ou ainda mais caro, o que resultava em uma geração de caixa em moeda estrangeira muito robusta para a Vale."

Ao mesmo tempo, no entanto, a S&P ressalta que o petróleo e o câmbio podem beneficiar a planilha de custos da companhia. O custo do transporte para os navios que transportam minério de ferro caíram 40% nos últimos seis meses, enquanto o real se depreciou em 15%.

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