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Mercado Financeiro

Bancos puxam ganhos na bolsa de NY

Os papeis do Bank of America tiveram alta de 4,7%

  • PorAgência Estado
  • 08/03/2011 17:14

Os principais índices de ações de Nova York fecharam em alta nesta terça-feira (8), com destaque para os papéis do setor financeiro. Bank of America subiu 4,7%, após seu presidente-executivo, Brian Moynihan, afirmar que acredita que o banco tenha capacidade de obter lucros antes de impostos de US$ 35 bilhões a US$ 40 bilhões por ano quando suas operações se normalizarem. Falando no primeiro "dia do investidor" promovido pelo banco desde 2007, Moynihan disse que a instituição não pretende fazer mais compras e vai, em vez disso, reduzir custos e se concentrar no cliente. Ele acrescentou que o BofA está focado em devolver "cada dólar" em capital para os acionistas por meio de dividendos regulares, recompras de ações e dividendos especiais.

O desempenho das ações do BofA ajudou outras instituições do setor, como American Express (3,5%), JPMorgan (2,7%) e Citigroup (2,7%). Fora da seara financeira, McDonald's caiu 1%; embora tenha anunciado crescimento de 3,9% das vendas de mesmas lojas em fevereiro, acima do esperado, o desempenho em seus restaurantes nos EUA ficou aquém do previsto pelos analistas. Ações de energia caíram com o recuo do petróleo, enquanto Sprint Nextel subiu 4,9%, ajuda por reportagens informando que estaria negociações para comprar a T-Mobile, unidade de telefonia móvel da Deutsche Telekom nos EUA.

O índice Dow Jones recuperou boa parte dos pontos perdidos nos últimos dois pregões ao fechar em alta de 124,35 pontos, ou 1 03%, aos 12.214,38 pontos. O Standard ? o dólar valia 82,67 ienes, de 82,24 ienes do dia anterior, enquanto a libra havia recuado de US$ 1,6197 para US$ 1,6159.

Os rumores em torno de uma mudança de postura por parte do Fed, combinados com os ganhos das ações e a venda de US$ 32 bilhões em notes de três anos, puxaram os preços dos Treasuries para baixo e suas taxas para cima. A T-note de 10 anos rendia 3,550% e o T-Bond de 30 anos, 4,662%, no final da tarde.

Os futuros de petróleo, por sua vez, recuaram, com os investidores realizando lucros após reportagens informando que os aliados do líder líbio Muamar Kadafi discutem a saída dele do país. A perspectiva de intervenção militar ocidental na Líbia e a possibilidade de que os EUA venham a acessar suas reservas estratégicas da commodity também pressionaram os preços, bem como a declaração do ministro de Petróleo do Kuwait, Ahmed al-Abdullah al-Sabah, de que alguns integrantes da Opep deram início a negociações informais sobre como enfrentar a alta das cotações. Nenhuma decisão foi tomada ainda e o ministro de petróleo da Arábia Saudita, Ali Naimi, reiterou a posição de seu país de que o repique de preços resulta mais da especulação e incerteza dos investidores do que de escassez de oferta da commodity.

O contrato do petróleo para abril negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex) caiu US$ 0,42, ou 0,4%, para US$ 105 02 por barril. Na plataforma ICE, o contrato do petróleo tipo Brent, também para abril, cedeu US$ 1,98, ou 1,7%, para US$ 113 06 por barril. As informações são da Dow Jones.

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