Enquanto a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, se reunia ontem com empresários brasileiros, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, criticava os países ricos, inclusive os Estados Unidos. O governo brasileiro elevou o tom por não ver o prometido aumento de espaço para o país nos organismos internacionais de crédito.

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Mantega afirmou que o país não colocará mais recursos no Fundo Monetário Internacional (FMI) se a participação brasileira no organismo não aumentar. Num discurso duro, Mantega disse que está insatisfeito com a gestão da atual presidente do órgão, Cristine Lagarde – que foi apoiada por Mantega quando disputava a presidência do FMI.

O brasileiro afirmou que o fundo só terá um novo aporte brasileiro se cumprir algumas condições, sendo a principal delas transformar esse dinheiro em cotas, ou seja, aumentar o peso do Brasil nas decisões da diretoria.

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