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A entrada de dólares no país alcançou 13,726 bilhões de dólares em setembro, mês marcado pela oferta de ações da Petrobras e por várias emissões de títulos corporativos no exterior, informou o Banco Central nesta quarta-feira. É o maior ingresso líquido de recursos em um mês desde outubro de 2009.

A expressiva entrada de dólares foi garantida pelas operações financeiras, que tiveram superávit de 16,716 bilhões de dólares no mês passado. Trata-se do resultado mais positivo para esse componente desde o início da série histórica do BC, em 1982.

Nas operações comerciais, houve déficit de 2,989 bilhões de dólares em setembro.

Com isso, o fluxo cambial no ano está positivo em 18,098 bilhões de dólares.

Em setembro, o BC incorporou às reservas 10,757 bilhões de dólares por meio de leilões de compra no mercado à vista. As operações empurraram as reservas internacionais ao recorde de mais de 275 bilhões de dólares.

A posição de câmbio dos bancos diminuiu um pouco, mas permaneceu fortemente vendida, em 12,427 bilhões de dólares. Em agosto, as instituições tinham vendas líquidas de 13,724 bilhões de dólares.

O BC informou ainda que, em 1o de outubro, o Brasil registrou fluxo positivo de 977 milhões de dólares.

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