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Crise

Com tombo de 7,7%, imóveis em Curitiba lideram desvalorização no país

Levantamento da Associação das Entidades de Crédito Imobiliário aponta que a queda dos preços foi de 7,72% em quase três anos

  • PorFábio Cherubini
  • 01/02/2017 15:05
 | Antônio More/Gazeta do Povo
| Foto: Antônio More/Gazeta do Povo

Curitiba foi a capital brasileira com a maior desvalorização no preço dos imóveis nos últimos três anos. De acordo com um levantamento da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), o preço das casas e apartamentos registrou um tombo de 7,72%.

Em todo o país, o Índice Geral do Mercado Imobiliário (IGMI-R) apresentou de janeiro de 2014 a dezembro do ano passado uma queda menor, de 1,39%.

O indicador é medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (IBRE-FGV) e considera um total de nove capitais e quatro mil cidades. A pesquisa apura apenas os imóveis residenciais financiados nos bancos e avalia itens como localização, área construída, número de aposentos e materiais usados.

Entre as maiores depreciações no período, Curitiba é acompanhada por Salvador (-6,97%), Belo Horizonte (-5,86%) e Recife (-3,75).

Apenas três capitais tiveram um resultado positivo no país: Goiânia (5,74%), Fortaleza (3,41%) e São Paulo (2,37%).

Preços dos imóveis em Curitiba tiveram uma leve alta em dezembro

Em 2016, o mercado imobiliário do país acumulou uma queda de 2,26%. No entanto, o IGMI-R de dezembro apontou para uma leve recuperação do setor, ficando em 0,08%.

Nos últimos 12 meses, a redução do valor dos imóveis em Curitiba foi de 2,29%, com uma alta tímida de 0,02% em dezembro.

As quedas mais acentuadas no ano foram de Rio de Janeiro (-3,85%), Belo Horizonte (-3,55%), Salvador (-2,87%) e São Paulo (-2,39%).

Os dados calculam a queda nominal e não consideram a inflação oficial neste período, o IPCA, que foi de 6,29%. Já o IGPM, que é usado como base para o reajuste dos alugueis, teve uma elevação de 7,17% no ano passado.

Para 2017, a Abecip avalia que os resultados de dezembro passado indicam uma possível “reversão de tendência” e de estabilização dos preços dos ativos.

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