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DirecTV pode fazer oferta por GVT

No Brasil, a empresa americana controla a operadora de tevê Sky. Companhias como Telefónica, Telecom Italia e América Móvil também teriam interesse no negócio

  • PorCristina Rios com Reuters
  • 19/09/2012 21:21
Ministério Público investiga se há exploração de crianças em apresentações natalinas do banco | Antônio Costa/ Gazeta do Povo
Ministério Público investiga se há exploração de crianças em apresentações natalinas do banco| Foto: Antônio Costa/ Gazeta do Povo

A norte-americana DirecTV pode fazer uma oferta pela operadora de telecomunicações GVT, controlada pelo grupo francês Vivendi, segundo uma fonte próxima às negociações.

A DirecTV é a segunda maior operadora de TV paga do Brasil, com quase 30% do mercado por meio da marca Sky. Em janeiro, a Sky anunciou ter interesse na compra da operadora de TV por assinatura e banda larga Acom Comunicações, controlada indiretamente pelo Grupo SGC Telecom, de Portugal.

O processo de venda da GVT – cuja sede é em Curitiba – está em estágio inicial e a Vivendi não quer apressar o desinvestimento do que considera um ativo importante, com forte potencial de crescimento. A Vivendi, que comprou a GVT por R$ 7,7 bilhões há três anos, acumula uma dívida de R$ 30 bilhões. Para equacionar seu caixa, a empresa teria interesse em colocar ativos à venda, entre eles, a GVT. O conglomerado francês, que é dono ainda da Universal Music, contratou os bancos Deutsche Bank e Rothschild para avaliar os ativos. Segundo informações de mercado, a intenção da Vivendi seria colocar a empresa à venda por no mínimo R$ 10 bilhões.

Além da DirecTV, Telefónica e Telecom Italia também estão entre os potenciais ofertantes, mas atravessam programas de redução de dívida que podem tornar o preço da GVT difícil de alcançar, segundo fontes familiares com o assunto.

Analistas

Para Luiz Augusto Pacheco, gestor de portfólio da Inva Capital, uma operação com a DirecTV poderia ter menos sobreposição de áreas e sofrer menos restrições de concentração de mercado do que a venda para uma empresa como a Telefónica, por exemplo. O impacto sobre os empregos também tenderia a ser menor porque haveria menos áreas com com duplicação de cargos e funções.

Sergio Rodriguez, analista de crédito da Fitch Ratings, afirmou que a GVT não é um negócio "necessário" para a América Móvil, que opera no Brasil sob a marca Claro, mas o grupo poderia bancar a compra da operadora se decidir fazer isso. "Carlos Slim (controlador da América Móvil) tem uma estratégia de comprar empresas a preços razoáveis, então vai depender de quanto a Vivendi vai pedir", disse Rodriguez.

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