Todos os indicadores educacionais do Brasil avançaram entre 1995 e 2005. A taxa de analfabetismo das pessoas de 10 anos ou mais de idade caiu de 14,7% em 1995 para 10,1% em 2005. Entre as crianças de 7 a 14 anos, que deveriam estar cursando o ensino fundamental, 2,7% não estavam na escola.

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Já a parcela das crianças e adolescentes que não freqüentava escola no grupo de 5 ou 6 anos de idade diminuiu de 36,2% em 1995 para 17,8% em 2005.

A freqüência das crianças e adolescentes de 5 a 14 anos de idade à escola cresceu em todas as regiões. Na faixa de 15 a 17 anos de idade, o percentual dos que não freqüentavam escola em 2005 ficou abaixo do de 2001 em todas as regiões, embora no Nordeste, as taxas quase não tenham mudado (20,8%, em 2001, e 20,7%, em 2005).

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A elevação do nível da instrução pode ser acompanhada pela evolução da proporção de pessoas com 10 anos ou mais de idade com 11 anos ou mais de estudo, ou seja, que concluíram pelo menos o ensino médio ou grau equivalente.

Esse indicador passou de 15,5% em 1995 para 21,7% em 2001 e alcançou 27,6% em 2005. Na parcela da população ocupada, o nível de instrução permaneceu mais alto, tendo o contingente que concluiu o ensino médio ou equivalente crescido de 20,4% em 1995 para 28,9% em 2001 e atingido 35,9% em 2005.

A média de anos de estudo também cresceu. No contingente com 25 anos ou mais de idade, a média de anos de estudo estava em 5,3 anos em 1995 e passou de 6,0 anos para 6,6 anos de 2001 para 2005. Na população ocupada, esse indicador subiu de 5,8 anos para 6,6 anos de 1995 para 2001 e atingiu 7,3 anos em 2005.