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Foz do Iguaçu – O movimento nacional dos auditores fiscais da Receita Federal completou um mês ontem na fronteira com o Paraguai, e provoca revolta entre caminhoneiros parados nas aduanas de Foz do Iguaçu reclamam da demora na liberação das cargas. Na tentativa de amenizar os transtornos aos motoristas que abastecem vários estados brasileiros, além do Chile, Paraguai, Argentina e Uruguai, a administração da Estação Aduaneira do Interior (Eadi-Sul) decidiu distribuir senhas para a entrada no pátio. A estratégia obedece também o Código de Trânsito Brasileiro, que proíbe a permanência de veículos por muito tempo nos acostamentos das rodovias.

Desde o dia 5 os caminhões de cargas são impedidos de permanecer parados às margens da BR-277 enquanto os motoristas aguardam a entrada no maior porto seco da América Latina. A medida de esvaziamento foi decidida em reunião no início do mês entre representantes da prefeitura municipal, RF, Eadi, Sindicato dos Motoristas e Associação de Despachantes Aduaneiros.

Assim que os caminhões chegam, funcionários do porto seco e da Receita Federal cadastram os veículos, anotam a numeração das placas e carimbam as guias do Manifesto Internacional de Carga (MIC) conforme a ordem de chegada. Eles também anotam o telefone através do qual será possível localizar o motorista no caso de novas vagas serem disponibilizadas antes do prazo informado.

Enquanto isso, no pátio da Eadi, 690 caminhões aguardavam a inspeção das cargas. Cerca de 1,1 mil senhas foram distribuídas desde o dia 5.

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