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Agências internacionais estão otimistas com economia brasileira em 2020

    • Agência Estado
    • 25/12/2019 18:44
    Reformas devem levar ao aumento da nota de crédito do Brasil.
    Reformas devem levar ao aumento da nota de crédito do Brasil.| Foto: Ana Volpe/Agência Senado

    Ao olharem para as perspectivas econômicas do Brasil para 2020, as principais agências de classificação de risco enxergam um conjunto de oportunidades que as levam a uma expectativa positiva para o ano que vem. Os principais pontos fortes que podem credenciar o país a uma elevação do rating são a continuidade das reformas fiscais e o aumento do ritmo do crescimento econômico.

    O Brasil ganhou atenção especial das agências pelo avanço da agenda econômica em um contexto social complexo registrado por vários países da América Latina. A aprovação da reforma da Previdência e a apresentação de propostas de ajuste fiscal, privatizações, abertura comercial e de independência do BC, são pontos de destaque em comparação a outros países grandes da região, como Argentina e México, cujo ímpeto reformista está em direção oposta.

    Em resposta a este cenário as agências de rating apontam um cenário mais favorável em 2020 na comparação com 2019. Moody's e S&P Global Ratings acreditam em uma expansão de 2%, enquanto a Fitch estima uma alta de 2,2% no ano que vem. As três instituições apontam um leve declínio do déficit nominal como proporção do PIB no próximo ano, com a ajuda da redução do patamar da Selic, que também vai colaborar para diminuir a velocidade de expansão das dívidas bruta e líquida, embora os patamares desses passivos oficiais ainda sejam altos para mercados emergentes na mesma categoria de nota soberana.

    Uma retomada de crescimento de 2% ao ano, embora seja pequena para reduzir o desemprego é bem melhor do que a retração média de 0,8% registrada entre 2014 e 2018. “O crescimento do País avançará de forma mais ampla, para além de 2,5% ao ano, depois de 2021, sobretudo com a colaboração de reformas fiscais como as propostas pelo governo recentemente, que têm boas chances de serem aceitas pelo Congresso no próximo ano, como a PEC Emergencial e a independência do Banco Central", comentou Livia Honsel, diretora associada da S&P Global Ratings.

    A S&P elevou a perspectiva do Brasil de estável para positiva no dia 11 deste mês e manteve a nota soberana em BB-. Caso a agência eleve o rating do país no ano que vem, ele subirá para BB, mas ainda longe do grau de investimento. "A reforma administrativa é bem importante, mas não contamos com ela em nosso cenário para 2020, devido, inclusive, à posição do governo de esperar um pouco para avançá-la junto aos parlamentares, especialmente por temer o surgimento de manifestações públicas no país como ocorreram em nações vizinhas recentemente", ressaltou Livia.

    As agências de rating também têm expectativas favoráveis para o avanço do debate no Congresso da reforma tributária no próximo ano, mas não acreditam que será aprovada pelos parlamentares em 2020. "A reforma tributária é muito relevante para melhorar o ambiente de negócios e estimular os investimentos e o PIB no médio prazo" disse Samar Maziad, vice-presidente e principal analista para o Brasil da Moody's. "Porém, ela não é o único fator que pode viabilizar uma elevação da nota do país, mas sim um conjunto de elementos, como o progresso de reformas fiscais que permitam o cumprimento do teto de gastos e o aumento da flexibilidade do governo para administrar o Orçamento."

    Ameaças

    As agências reconhecem, entretanto, que há obstáculos a serem superados no caminho da elevação do rating do Brasil: o ano de eleições regionais e a ausência de uma base política coesa, além das recentes tensões em vizinhos latinos, prometem atrasar a tramitação de propostas e/ou diluí-las ao longo do caminho.

    A Fitch destaca que a fragmentação política na Câmara e Senado e "difíceis questões de corrupção" são obstáculos para a aceleração das reformas no próximo ano. Embora aponte que o pacote "Mais Brasil" da administração federal seja positivo, inclusive para reduzir a rigidez fiscal e criar um novo arcabouço na gestão das contas públicas entre o governo, Estados e municípios, atrasos e diluições dessas propostas podem ocorrer. O fato de o Poder Executivo não ter uma base política "estável e confiável" no parlamento pode tornar mais longa do que o esperado a aprovação de mudanças estruturais pelos legisladores em 2020.

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    Comentários [ 6 ]

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    • T

      tamotsu kashino

      ± 8 dias

      Em 2020 Brasil crecerá muito mais que 2,5% pela privatisações dos estatais, o governo ganhará de dois lados, uns pela venda, a outra será redução de custos, todos os funcionarios publicos serão absorvidos pelo setor privado como trabalhador com CLT, terá grande fluxo de investidor externo pricipalmente no setor de infla estrutura, impulcionando setor da economia como um todo, chora imprensas esquerdistas kkkkkkk

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    • O

      ODERLON BARBOSA MATOS

      ± 13 dias

      O Brasil começa a despertar confiança! Benza Deus!

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    • M

      Marcos

      ± 13 dias

      Saudade do molusco e da estocadora de vento, ambos do partido "comunista e socialista". Pelo menos com eles eu tive muito trabalho e $ no bolso. Agora nenhum, nem outro. Pode ir. Não vai ser o governo Bozo que vai resolver alguma coisa. O povo que se cuide, pois vai ver meia dúzia se dando bem e o resto (nós!) remando loucamente sem sair do lugar.

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      3 Respostas
      • F

        Freitas

        ± 13 dias

        Perdeu a boquinha em algum sindicato? Acabou a mamata das contribuições para os ffddpp dos sindicalistas.

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      • S

        Sou Brasil

        ± 13 dias

        Meu amigo, pra sair do lugar só depende de você...o governo está fazendo a parte dele que é mantendo a economia forte , fazendo reformas e principalmente, "NÃO ROUBANDO!!!".

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      • D

        Daniel Cardoso Tenório

        ± 13 dias

        Aqui não É Carta Capital não mano. Nem Brasil 247

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