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Curitiba

Funcionários dos Correios tentam ampliar greve em Curitiba

Grevistas fazem força-tarefa para convencer colegas a aderiram à paralisação em Curitiba. Greve levou os Correios a suspender os serviços de entrega rápida

  • PorFelippe Anibal e Eloá Cruz, especial para a Gazeta do Povo
  • 20/09/2012 06:22
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| Foto:

Trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) iniciaram nesta quinta-feira (20) uma mobilização para aumentar em Curitiba a adesão à greve da categoria, iniciada na quarta-feira (19). Pela manhã, os grevistas devem realizar um "trabalho de convencimento" junto a colegas que seguem trabalhando normalmente. Grupos de servidores em greve visitariam unidades dos Correios para fazer este corpo-a-corpo.

"A intenção é convencer o trabalhador que ainda não parou a encorpar a greve", disse o secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios do Paraná (Sintcom-PR), Luis Antonio Ribeiro de Souza. Segundo ele, os grevistas devem apostar na argumentação para ampliar a greve. Os funcionários que, ainda assim, não quiserem paralisar não serão impedidos de entrar nas agências.

Em relação à adesão à greve, os números dos ECT e do sindicato apresentam uma diferença acentuada. Segundo o Sintcom-PR, 75% dos servidores paranaenses cruzaram os braços. O número teria sido obtido a partir de um levantamento nas folhas-ponto de cada uma das regionais do estado. Em contrapartida, os Correios divulgaram uma nota na quarta-feira (19), afirmando que apenas 8% dos trabalhadores estão em greve.

Suspensão de serviços

Na tarde de quarta-feira, a ECT informou que, em razão da greve, suspendeu os serviços de entrega de correspondências e encomendas com hora marcada, em São Paulo e região metropolitana e nos estados do Paraná e Tocantins, além do Distrito Federal.

De acordo com o comunicado, estão interrompidos temporariamente o Sedex 10, Sedex 12, Sedex Hoje e o Disque Coleta. O Sedex normal – que tem prazos definidos de acordo com a localidade para onde a correspondência será enviada – está mantido, de acordo com os Correios.

Audiência

Uma audiência deve ocorrer na manhã desta quinta-feira, entre Correios e sindicato, no Ministério Público do Trabalho (MPT). Segundo o sindicato, a ECT pediu liminarmente que a Justiça determinasse o desbloqueio dos portões, mas a solicitação teria sido negada. "Não estamos bloqueando portões. Estamos trabalhando para convencer os trabalhadores", disse Souza.

Dissídio coletivo

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu levar a julgamento o dissídio coletivo dos Correios nesta quarta-feira após a audiência de conciliação que terminou sem acordo entre a ETC e a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios (Fentect). Além disso, o TST determinou que a Fentect mantenha em atividade ao menos 40% da categoria em atividade, sob pena de multa em caso de descumprimento.

Empresas franqueadas

O Sindicato das Empresas Franqueadas de Comunicação do Estado do Paraná, Sinfranco, informou em nota que nenhuma das agências franqueadas deve fechar por conta da paralisação dos funcionários dos Correios, pois as empresas são contratadas pela ETC para a preparação de encomendas e recepção de objetos postais. A entidade explicou que a "recepção de cartas, impressos e encomendas continuará sendo feita normalmente".

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