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Protestos

Governo não tem como baixar preço do diesel, diz Dilma

    • Estadão Conteúdo
    • 25/02/2015 12:58

    A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quarta-feira, 25, que o governo “não tem como baixar o preço do diesel”, cujo recente aumento deflagrou uma série de protestos de caminhoneiros pelo País. Em coletiva de imprensa após entregar unidades do Minha Casa Minha Vida, no interior da Bahia, a petista disse que não há nenhum aumento previsto nos combustíveis e que tampouco houve elevação desses valores.

    “O que fizemos foi recompor a Cide e não elevamos uma vírgula do preço dos combustíveis”, disse Dilma. “Retiramos a Cide quando a parte dura da crise começou, baixamos ela para enfrentar a crise. Quando baixamos a Cide, recebemos críticas. E agora (quando ela é recomposta), recebemos de novo”, questionou Dilma.

    A presidente ironizou ainda as críticas feitas ao reajuste. Segundo ela, durante os anos de 2013 e 2014, o governo foi questionado por não ter aumentado os preços.

    Ao destacar que o governo não mexeu significativamente no preço dos combustíveis quando o custo do barril de petróleo estava alto, Dilma disse que o melhor é sempre que a política de preços permaneça estável e não dependente de variações externas.

    Benefícios trabalhistas

    A presidente Dilma Rousseff disse também nesta quarta que o governo tem adotado “medidas corretivas” quanto ao pacote trabalhista enviado ao Congresso Nacional, que endurece o acesso a benefícios sociais como seguro desemprego, abono salarial e pensão por morte.

    “Existem vários casos de uma senhora de 76 anos que se casa com um menino de 21 e não tem porque ele receber uma pensão pelo resto da vida”, declarou a petista, que fez uma brincadeira ao tratar do tema. “Por mais que eu seja a favor do amor a qualquer idade”.

    De acordo com Dilma, os ajustes promovidos são conjunturais e visam melhorar as condições de crescimento do país. “Fizemos medidas, algumas serão permanentes, outras vão flutuar de acordo com a conjuntura”, destacou a presidente, que colocou como prioridade de seu governo manter o emprego e a renda.

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