i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
CRÉDITO

Governo teme que rebaixamento da Petrobras contamine nota do Brasil

    • Estadão Conteúdo
    • 25/02/2015 09:54

    O rebaixamento da nota de crédito da Petrobras pela agência Moodys caiu como um balde de água fria na equipe econômica do governo Dilma Rousseff. O grupo, formado pelos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Babosa, além do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, vem se esforçando desde o fim do ano passado para melhorar o quadro das contas públicas brasileiras, aumentando a transparência e melhorando a comunicação com o mercado. Mas na noite desta terça-feira, 24, o que havia era uma sensação de que o rebaixamento da estatal acabasse “contaminando” a nota de crédito dos títulos brasileiros.

    Após o anúncio, foi definido que o melhor era discutir alternativas para evitar este eventual contágio. Nesta quarta-feira, 25, os ministros da equipe econômica devem se reunir com a presidente Dilma para fazer uma avaliação da perda do grau de investimento da Petrobras e definir uma estratégia de trabalho.

    Nelson Barbosa evita comentar rebaixamento de rating da Petrobras

    O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, evitou comentar sobre a perda do grau de investimento da Petrobras após participar, na terça-feira, 24, de jantar com integrantes da cúpula do PSD em Brasília. “Assuntos da Petrobras, a Petrobras comenta”, limitou-se a dizer.Ontem à noite, a agência de classificação de risco Moody’s rebaixou o rating de c

    Leia a matéria completa

    Para os próximos dias, o governo prepara medidas fiscais, como a unificação e simplificação do PIS e da Cofins, e também um corte profundo de despesas federais no Orçamento. As medidas são esperadas pelas agências de rating e pelo mercado para melhorar o quadro fiscal do governo federal e também o ambiente de negócios no País, que está há quatro anos consecutivos com crescimento muito fraco da economia.

    No Congresso Nacional, deputados e senadores foram surpreendidos pela notícia em meio à sessão do Congresso para apreciação dos vetos presidenciais. A oposição disse que a petroleira havia chegado ao fundo do poço, enquanto a base disse acreditar em sua recuperação.

    “Mais um elemento da tragédia que o PT promoveu em instalar uma cadeia para roubar a Petrobras”, declarou o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP). Para o tucano, o rebaixamento é reflexo da “profundidade do buraco em que jogaram” a estatal.

    Assim como Aloysio Nunes, o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) avaliou que a decisão da Moody’s também terá consequências sobre as empresas ligadas à Petrobras e todos os seus investimentos. “Não é de se espantar a situação da Petrobras. Isso tem causado preocupação a todos os brasileiros. Só posso lamentar”, declarou Anastasia.

    O senador e ex-ministro de Minas e Energia, senador Edison Lobão (PMDB-MA), acredita que a dificuldade enfrentada pela Petrobras não é tão grande a ponto de perder o grau de investimento. “Esse é mais um sofrimento que passa a Petrobras. É uma tempestade que a Petrobras está enfrentando e ela será vencida”, concluiu o ex-ministro.

    O líder do governo na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE), disse que já esperava pelo rebaixamento em virtude do cenário que tomou conta da estatal. Para o líder, o que está em jogo não é o combate à corrupção, mas o projeto da oposição de mudar o modelo de partilha do pré-sal e entregá-lo às grandes petrolíferas estrangeiras.

    O petista afirma que o novo presidente da empresa, Aldemir Bendine, vai recuperar a credibilidade da maior estatal brasileira e que o rebaixamento não prejudicará a recuperação da empresa. “A Petrobras é tão forte que vai sobreviver a tudo isso”, previu.

    Deixe sua opinião
    Use este espaço apenas para a comunicação de erros
    Máximo de 700 caracteres [0]

    Receba Nossas Notícias

    Receba nossas newsletters

    Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

    Receba nossas notícias no celular

    WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

    Comentários [ 0 ]

    Máximo 700 caracteres [0]

    O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Termos de Uso.