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O analista de sistemas Wilson Pacheco Júnior tem apenas 24 anos, mas já demonstra alguma experiência no mercado acionário. Investidor há dois anos, vendeu todas as ações de sua carteira em maio, logo que percebeu o movimento de queda nos, e embolsou a valorização acumulada desde o início de suas aplicações – operação conhecida no mercado como "realização de lucros". "Mas eu não perdi a confiança no mercado. Vendi apenas para aproveitar o que considerei uma boa oportunidade", diz ele, que vinha investindo nas ações da Petrobrás, Vale do Rio Doce, Gerdau, Itaú, Bradesco, Sadia e Usiminas.

Na última quarta-feira, Wilson recomprou metade dos papéis, acreditando que a Bovespa pode estar perto de seu piso. "Agora, vou esperar o Fed definir a nova taxa de juros dos EUA." Caso o mercado demonstre recuperação na seqüência, a tendência é de que ele retorne às compras. "No mercado acionário, a gente leva em conta dois tipos de análise. A fundamentalista mostra que você deve comprar papéis da Petrobrás, e não da Varig. A análise técnica diz que o atual momento é bom para comprar porque os preços estão baixos. O mercado brasileiro já é considerado barato, e agora está mais ainda."

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