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Política monetária

IPCA elevado aumenta chance de BC estender alta na Selic

Além da alta de um choque de preços nos alimentos, propiciada pela seca do verão, outro elemento que pressiona a inflação são as dúvidas sobre a geração de energia nos próximos meses

  • PorAgência Estado
  • 17/03/2014 13:56

A percepção de que será inevitável o governo impedir que a inflação enfrente um choque de preços de alimentos neste primeiro semestre, basicamente devido à alta motivada pela seca do verão, leva economistas a avaliar que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve continuar elevado no curto prazo. Isso aumenta a probabilidade de o Banco Central (BC) estender o ciclo de subida de juros para além de 2 de abril.

Na avaliação do economista-chefe da LCA, Braúlio Borges, a "inflação resistente" neste começo do ano, causada, basicamente, pelos efeitos da seca sobre alimentos e desvalorização cambial no final de 2013, começa a formar um cenário no qual o BC precisará elevar os juros em abril, maio e talvez também em julho.

A consultoria já previa que o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC aumentaria a Selic no próximo mês e no seguinte, quando a taxa chegaria a 11,25% ao ano, em função de um quadro mais vigoroso de alta média dos preços, que é corroborado por elevados núcleos e índice de difusão.

"Subiram de 25% para 40% as chances de o Copom elevar os juros também em julho em 0,25 ponto porcentual", destacou. "O Banco Central previa, no cenário de referência do relatório de inflação de dezembro, que o IPCA atingiria 5,5% no final do primeiro trimestre, no acumulado em um ano. Contudo, esse indicador está mais forte, está subindo mais e deve fechar o período bem mais alto, em 6,1%", ponderou. Ele acredita que o índice deverá fechar neste ano também em 6,1%, marca superior aos 5,91% registrados em 2013.

Além da alta de um choque de preços nos alimentos, propiciada pela seca do verão, outro elemento que pressiona a inflação são as dúvidas sobre a geração de energia nos próximos meses, comentou professor José Márcio Camargo, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), economista-chefe da Opus Gestão de Recursos. "Estes dois fatores devem colaborar bem para que o IPCA fique mais alto em 2014 do que no ano passado, com riscos expressivos de superar o teto de 6,5% em dezembro", ponderou.

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