i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
INDÚSTRIA

Ministro Armando Monteiro critica empresários que pedem incentivos fiscais

Ministro viaja à Argentina para negociar proposta de livre comércio para setor automotivo

    • Agência O Globo
    • 17/02/2016 12:53
    Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) afirmou que não há espaço para incentivos no momento | Elza Fiúza/ Agência Brasil
    Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) afirmou que não há espaço para incentivos no momento| Foto: Elza Fiúza/ Agência Brasil

    O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Armando Monteiro, criticou nesta quarta-feira (17) os empresários que continuam recorrendo ao governo para pedir incentivos e renúncias fiscais no momento em que o país passa por uma crise econômica. Durante evento de assinatura do acordo para incentivo à inovação entre MDIC e Sebrae, o ministro afirmou que não há espaço para incentivos no momento, mas que o governo tem o desafio de encontrar caminhos para melhorar o ambiente de negócios.

    “Nós não sairemos dessa crise se recorremos apenas ao repertório convencional. Vejo ainda algumas vozes no ambiente empresarial com uma certa nostalgia, clamando por medidas de incentivo e de renúncia tributária como se nesse momento isso fosse possível”, disse.

    Ele listou uma série de mudanças possíveis para diminuir burocracias no país, como alterações na tributação e a realização de reformas microeconômicas e no ambiente regulatório.

    Planalto recomenda cautela a ministros na discussão da reforma da Previdência

    Autoridades se reúnem em fórum nesta quarta-feira (17) para debater assunto

    Leia a matéria completa

    “Há um espaço imenso para nós trabalharmos, que não impõem custo fiscal, porque isso não seria possível nesse momento, e que vai contribuir imensamente e decisivamente para que o brasil relance sua economia na perspectiva dos desafios que se colocam no futuro”, afirmou.

    Empresas aéreas

    Questionado sobre a afirmação, dada nesta terça-feira (16), em apoio à ampliação da participação de companhias internacionais em empresas aéreas, Monteiro foi evasivo: “Eu considero que isso é algo positivo mas não é um tema afeto à minha pasta. Temos a Secretaria de Aviação Civil e as agências reguladoras. Esse tema deve estar sendo discutido pelo governo mas eu não tenho e não posso falar pelo governo sobre esse tema.”

    Ele ainda se posicionou de forma favorável à presença de outras empresas, além da Petrobras, na exploração direta do pré-sal. Segundo a legislação atual, apenas a estatal tem os direitos de exploração, mas o governo já sinalizou que pode renegociar esses termos.

    “O Brasil precisa de investimento, precisa ampliar investimento e tudo aquilo que se some aos investimentos é algo bem-vindo”, defendeu.

    Sobre a proposta de livre comércio com a Argentina para o setor automotivo, Monteiro afirmou que irá hoje a Buenos Aires negociar com o país. O ministro se disse otimista de que o acordo será possível com a nova gestão que assumiu a presidência argentina. Para ele, o comércio livre para o setor automotivo deve ser atingido para o Mercosul como um todo.

    Simples

    Em discurso anterior ao do ministro, o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, ressaltou a importância da aprovação, ainda neste ano, do projeto que discute mudanças na legislação do Simples Nacional, inclusive uma alteração no teto do programa, que permitiria a inclusão de mais empresas. Para ele, há uma campanha do Conselho de Política Fazendária (Confaz) e da Receita Federal contrários ao projeto.

    “Pautar um projeto significa ter entendimento e acordo e isso está muito confuso hoje devido a essa campanha encetada pelo Confaz e pela Receita colocando perdas astronômicas (com o projeto). Nós precisamos convencer cada senador para colocar em votação, senão você vai colocar em votação um projeto sem consenso, é ruim”, disse.

    Deixe sua opinião
    Use este espaço apenas para a comunicação de erros
    Máximo de 700 caracteres [0]

    Receba Nossas Notícias

    Receba nossas newsletters

    Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

    Receba nossas notícias no celular

    WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

    Comentários [ 0 ]

    Máximo 700 caracteres [0]

    O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Termos de Uso.