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O reforço ao bloqueio a VPNs ou proxies, ferramentas usadas por usuários para ver conteúdo no Netflix não disponível em seu país, não vai afetar o serviço. Ao menos é o que acha Reed Hastings, presidente-executivo da companhia.

“Nós sempre colocamos os proxies em uma lista negra, e agora nós temos uma lista negra maior e melhor”, disse o executivo em apresentação a investidores. “Não acho que nós vamos ver qualquer impacto.”

Nesta semana, a Netflix anunciou que, nas próximas semanas, vai combater com mais rigor os proxies e os desbloqueadores, como forma de proteger os acordos feitos com os produtores de conteúdo (que licenciam suas produções para exibição em países específicos).

Mas esses sistemas permitem que o usuário pareça estar acessando a internet de outro país que não o Brasil.

“Usar VPNs ou proxies para virtualmente cruzar fronteiras viola os termos de uso do Netflix, por causa das restrições de licenciamento de filmes e programas de TV”, informou um porta-voz da empresa.

Uma medida como essa poderia, em tese, afastar usuários do serviço (hoje, são 75 milhões) – os espectadores internacionais costumam ter um conteúdo bem menos diverso que o disponível nos Estados Unidos, por exemplo.

Hastings afirmou que a ampliação das restrições é uma demanda dos produtores, que ele considera razoável. Ele afirmou que a companhia está tentando resolver o problema negociando acordos globais para licenciamento de conteúdo.

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