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greve dos caminhoneiros

Demanda nos apps de delivery aumenta até 25% na paralisação, mas falta de gasolina emperra entregas

A falta de combustível que deixou o consumidor em casa também afetou a capacidade de entrega dos apps, neutralizando o aumento da demanda

    • Folhapress
    • 28/05/2018 16:31
    Pedidos de comida por delivery aumentaram. | Helena Lopes/Pexels
    Pedidos de comida por delivery aumentaram.| Foto: Helena Lopes/Pexels

    Empresas que oferecem serviços de entregas a partir da internet viram sua demanda aumentar até 25% em consequência da paralisação dos caminhoneiros, que fez muitos ficarem em casa para não gastar gasolina.

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    Por outro lado, os entregadores que prestam serviços para essas empresas sofrem com a mesma dificuldade que muitos de seus consumidores, a falta de combustível, o que impede um aumento de faturamento robusto.

    A empresa Apptite, que permite a compra de comida caseira feita por cozinheiros autônomos via aplicativo e, por ora, funciona apenas na capital paulista, teve aumento de procura de 25% nos últimos dias, porém entregou menos do que o habitual, conta o sócio Guilherme Parente.

    Para lidar com a falta de combustível, a empresa combinou um revezamento entre os motoboys que a atendem. Parte trabalhou exclusivamente de noite e outra apenas no almoço.

    O problema é que, como menos entregadores estão disponíveis, o tempo de entrega da empresa aumentou e pratos que chegariam em uma hora passaram a ser entregues em duas, explica Parente.

    Com isso, a companhia está entregando cerca de 80 refeições por dia, em vez das habituais 150.

    Como alternativa para sofrer menos, a startup passou a usar também serviços de bicicletas, o que Parente diz que será mantido após o fim da turbulência.

    Celso Misaki, fundador da LocalChef, do mesmo segmento e que também só opera em São Paulo, também identificou o aumento de procura, com saldo final da semana negativo.

    Ele explica que a companhia usa serviço de um aplicativo para chamadas de motoboy para garantir a entrega da comida feita pelos cozinheiros de sua plataforma. Porém, como o tempo para atendimento das entregas estava muito alto, decidiu deixar de atender pedidos de pronta-entrega que não fossem para regiões onde é possível levar a comida de bicicleta.

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    Outra empresa que faz entregas, a James Delivery, conseguiu aproveitar o aumento de 10% na demanda justamente por ter uma frota de entregadores formada principalmente por quem anda de bicicleta, conta o sócio Lucas Ceschin.

    Segundo ele, os entregadores da empresa que usam moto se organizaram para compartilhar informações sobre postos de gasolina com combustível disponível.

    O serviço, que permite a clientes pedirem que entregadores autônomos comprem itens em qualquer loja, funciona em Curitiba e Balneário Camboriú (SC).

    Em nota, o iFood informou que “por conta das mobilizações recentes em todo o Brasil, o serviço de entrega vem sendo comprometido em algumas regiões. A empresa lamenta que alguns usuários tenham sido afetados e ressalta que está atuando para que o menor número possível de pessoas seja impactado neste momento”.

    A reportagem entrou em contato com Uber Eats para obter informações sobre o impacto da greve em suas operações, mas não teve retorno até o fim da manhã desta segunda. 

    Atualizada no dia 29 de maio, às 11h50, com o posicionamento do iFood.

     

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