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Indústria

Para Fiesp, plano contra crise é "tímido"

Para Paulo Skaf, governo agiu tarde, sem resultado positivo

  • PorG1/Globo.com
  • 08/12/2008 16:02

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de são Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, criticou nesta segunda-feira (8) a atuação do governo no combate à crise financeira internacional e cobrou novas medidas para que o setor não seja mais prejudicado em 2009. Skaf se reuniu com jornalistas e diretores da Fiesp para comentar o ano de 2008.

Mas pesquisa realizada pela entidade indica que, apesar das críticas, os industriais paulistas estão confiantes sobre 2009.

Segundo os dados do levantamento, 36% se dizem confiantes, 17% se dizem satisfeitos e 13% se consideraram otimistas. Dos ouvidos, 29% se disseram pessimistas e 5% dos empresários não souberam ou não quiseram responder.

A Fiesp ouviu 1.205 empresas do estado, por telefone, entre os dias 30 de outubro e 18 de novembro.

Segundo o presidente da Fiesp, no entanto, não houve resultado positivo nas medidas adotadas contra a crise, como a liberação do compulsório. "Se as medidas não foram tímidas, os resultados estão sendo tímidos. Houve retomada de crédito, mas não irrigou o mercado. O que nos interessa é o resultado", afirmou.

Para Skaf, o governo demorou a tomar medidas. "As medidas começaram a ser tomadas em outubro, quando a bomba já havia estourado. Poderia ter tomado medidas há mais tempo."

Plano de ação para 2009

Paulo Skaf cobrou um novo plano de ação para 2009, como a criação de mecanismo de defesa para importações e flexibilização para pagamento de impostos. De acordo com ele, é preciso se prevenir contra a possível entrada maciça de produtos chineses no Brasil, em razão da sobra de produtos que não entrarão em outros mercados. "Não falamos de protecionismo, mas de deixar nosso arsenal de medidas preventivas preparado."

O presidente da entidade afirmou também que a Fiesp estuda propor que a liberação de compulsórios não vá para os bancos, e sim que ajude diretamente o empresário. A idéia seria que o governo utilizasse a verba para pagar suas próprias contas e com isso amplie o prazo para recolhimento de impostos. "Vamos aprofundar o tema para ver se há amparo legal. Obviamente conversar com o governo com a maior velocidade possível."

Skaf não quis fazer previsões para 2009, mas disse que o ano deve ser pior que este ano. "Vamos sentir saudades de 2008 em 2009."

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