A Copa do Mundo já começou a agitar a briga entre as fabricantes de refrigerantes Coca-Cola e Pepsi. Enquanto a primeira empresa é parceira oficial da Fifa, a segunda resolveu atacar, novamente, em outra frente e contratou o meia-atacante argentino Lionel Messi e outros 18 jogadores para divulgar a sua marca.

A Coca-Cola pela terceira Copa do Mundo seguida promove um tour do troféu por vários países do Mundo. Neste momento, o troféu está no Uruguai. E o tour é divulgado no próprio site oficial da Fifa. Ainda voltará a criar a campanha de mini garrafas de alumínio, que fez sucesso nos anos 80 na versão de vidro.

A empresa também já ampliou seu acordo de patrocínio até depois da Copa do Mundo de 2022 no Qatar. A Pepsi anunciou ontem a sua campanha publicitária com os jogadores como garotos-propagandas. Além de Messi, os jogadores mais badalados contratados pela empresa são o argentino Sergio Agüero, o holandês Robin van Persie, o espanhol Sergio Ramos, o inglês Jack Wilshere e o zagueiro brasileiro David Luiz (Chelsea).

A Pepsi disse que os atletas farão comerciais e que alguns deles terão suas fotos reproduzidas em embalagens.

Antes da Copa de 2010, a Pepsi fez propagandas com vários craques, como Kaká, Messi, Thierry Henry e Drogba. Em um dos comerciais, Kaká e companhia jogaram uma partida em uma região semelhante a campos selvagens na África do Sul. O país foi a sede do Mundial daquele ano.

Em 2006, ano da Copa da Alemanha, a Pepsi divulgou campanhas com atletas como Beckham, Ronaldinho e Roberto Carlos. No comercial na TV, eles participaram de um jogo de futebol dentro de uma festa tipicamente alemã.

Em 2002, antes da Copa no Japão e Coreia do Sul, um comercial da Pepsi mostrou Roberto Carlos, Beckham e Verón jogando contra lutadores de sumô.

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