Os petroleiros do Paraná e de Santa Catarina não aderiram à paralisação convocada pela Frente Nacional dos Petroleiros (FNP) que reúne seis sindicatos. O Sindicato dos Petroleiros do Paraná e Santa Catarina (Sindipetro-PR) é um dos 12 ligados à Federação Única dos Petroleiros. "Nós rejeitamos a proposta da empresa, consideramos acanhada, mas ainda cabe mais uma mesa de negociações", disse o presidente do Sindipetro-PR, Silvaney Bernardi.

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Segundo ele, na negociação, um dos pontos principais é a reversão das punições a cerca de 90 petroleiros do País, em razão da greve de março. Alguns foram suspensos e outros deslocados dos locais de trabalho. "É um ponto de honra, porque entendemos que foi uma retaliação política", acentuou. Além disso, Bernardi ressaltou que os petroleiros também priorizam a campanha O Petróleo é Nosso. "Acreditamos que podemos contribuir com as discussões", afirmou.

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