A USP também foi a segunda colocada entre as universidades da América Latina, perdendo apenas para a Pontifícia Universidade Católica do Chile. Na foto, o campus da Cidade Universitária no Butantã.| Foto: Marcos Santos/USP Imagens/

Dependendo da universidade na qual você fez a sua pós-graduação, conseguir uma vaga no mercado de trabalho de trabalho pode ser mais fácil – ou mais difícil.

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Nesta semana, a consultoria britânica Quacquarelli Symonds (QS) divulgou a edição de 2018 do Graduate Employability Rankings, que elenca as 500 melhores universidades do mundo de acordo com o grau de empregabilidade dos formados em seus programas de pós-graduação. Oito universidades brasileiras aparecem na lista.

A brasileira melhor colocada foi a Universidade de São Paulo (USP), em 61º lugar.

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Na sequência, aparecem a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), na faixa entre 201-250; e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que ficou em 251-300.

A Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), a Universidade de Brasília (UnB), a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), ficaram no último grupo da lista, de 301-500.

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A USP também foi a segunda colocada na América Latina, perdendo apenas para a Pontifícia Universidade Católica do Chile. Em nota à imprensa, o reitor da USP, Marco Antonio Zago, comemorou o resultado.

“Trata-se de um resultado excelente, comprovando que a pós-graduação da USP não é apenas a maior do Brasil e a que tem melhor avaliação na Capes, mas também está em posição invejável quanto à qualidade da preparação de seus graduados para a sua inserção no mercado de trabalho”, afirmou.

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As três primeiras posições do ranking ficaram com as universidade norte-americanas de Stanford, Califórnia e Harvard, respectivamente.

O ranking

A QS é renomada por seus rankings universitários, incluindo o QS World University Rankings, divulgado anualmente desde 2010. Essa é a segunda edição do QS Graduate Employability Rankings.

A avaliação da empregabilidade dos ex-alunos foi feita com base em critérios com diferentes pesos: a reputação das instituições com empregadores compõe 30% da nota, o desempenho dos ex-alunos representa 25%, as parcerias com empregadores contam 25%, a proporção de formados empregados nos 12 meses seguintes à conclusão do curso corresponde a 10%, e as conexões entre empregadores e estudantes compõem os últimos 10%.

Mais de 30 mil empregadores e 30 mil ex-alunos fizeram parte do levantamento.

É possível conferir o ranking completo e avaliação geral de cada universidade clicando aqui.

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Infográficos Gazeta do Povo[Clique para ampliar]