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O mercado financeiro se mantém operando com números positivos nesta tarde, aproveitando o ambiente ameno nos cenários interno e externo. Às 14h31m, o dólar recuava 0,82%, cotado a R$ 2,184 na compra e R$ 2,186 na venda. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) subia 1,29%, com 30.875 pontos.

As especulações sobre uma suposta saída do ministro da Fazenda, Antonio Palocci, arrefeceram desde que ele foi à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, na quarta-feira. A habilidade do ministro em responde às perguntas dos senadores foi bem recebida no mercado. No entanto, ainda há a cautela com a provável convocação de Palocci na CPI dos Bingos.

Mas o episódio do desgaste de Palocci ainda está longe de terminar, uma vez que ele provavelmente será convocado a depor na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos.

- O fluxo cambial foi ligeiramente positivo, mas o principal motivo da queda do dólar foi o "fator Palocci" - disse o gerente de câmbio de um grande banco.

O cenário internacional também é tranqüilo e ajuda a valorizar os ativos brasileiros. Os títulos da dívida externa brasileira sobem e o risco-país nacional tem baixa de 5 pontos, aos 348 pontos centesimais.

Entre as ações do Índice Bovespa, as maiores altas são de Contax PN e ON, com avanço de 6,45% e 6,34%, respectivamente. As quedas mais significativas do índice são de Embraer PN e ON, que recuam 3,28% e 2,40%.

Os dados econômicos divulgados no Brasil e Estados Unidos não fugiram do previsto. As vendas no varejo em setembro ficaram praticamente estáveis em setembro. Nos Estados Unidos, os pedidos de seguro-desemprego recuaram na última semana, num sinal de que a economia local está aquecida.

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