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Polêmica

USP adota reserva de vagas para curso de mestrado

UFPR, exemplo de política de ações afirmativas, não tem proposta similar

  • PorMarco Sanchotene - TudoParaná
  • 29/07/2005 21:37

A Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) criou um curso de mestrado com um terço das vagas reservado a negros, deficientes físicos, indígenas e candidatos com dificuldades financeiras. A USP chama a medida de "ações afirmativas no processo seletivo" e garante que não se tratam de "cotas".

Polêmicas à parte, na prática a iniciativa facilita o ingresso à pós-graduação de estudantes historicamente menos favorecidos. Segundo a assessoria de imprensa da instituição, é a primeira vez que a universidade adota esse tipo de medida. A USP inclusive não tem um sistema de inclusão social no vestibular para os cursos de graduação.

O curso em questão é o mestrado em Direitos Humanos, que será oferecido pela primeira vez em 2006. O processo de seleção é rigoroso, igual para todos os candidatos e acontece em três fases. A primeira é uma prova de proficiência em línguas. Depois, há uma prova dissertativa de conhecimento específico da área de concentração. A terceira é uma seleção feita pelo orientador.

Só nesta fase é que entram as medidas de inclusão social. Dessa forma, todos são aptos a cursar o mestrado. São 30 vagas no máximo reservadas para os estudantes negros, índios, deficientes ou carentes.

Os alunos selecionados desse grupo poderão ganhar também isenção de taxas de inscrição e bolsas. As inscrições podem ser feitas até o dia 5 de agosto.

Paraná

A Universidade Federal do Paraná (UFPR), que virou um exemplo na política de ações afirmativas para o Ministério da Educação, não tem planos de fazer cursos de pós-graduação com reserva de vagas. A instituição aplicou pela primeira vez no vestibular deste ano um sistema de cotas para negros e estudantes de escolas públicas.

O reitor da universidade, Carlos Moreira Júnior, acredita que a política de cotas para os cursos de graduação já facilita o acesso de estudantes menos favorecidos à pós-graduação. "Nós primeiro vamos analisar o resultado das cotas para a graduação para ver se é preciso fazer isso também na pós-graduação, porque pode ser que isso não seja necessário", explica.

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