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Receita da Herbarium sobe 25% com novidades

Curitiba – Líder no mercado brasileiro de medicamentos fitoterápicos, a Herbarium pretende fechar 2003, ano de seu vigésimo aniversário, com um faturamento de R$ 50 milhões, valor 25% maior que 2004. O caminho para esse crescimento, segundo o diretor presidente da empresa, Clóvis Henry Teske, é um investimento constante em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos. "Assim, temos capacidade para reagir rapidamente às tendências do mercado."

Anualmente, a empresa destina R$ 1,5 milhão ao departamento de pesquisa. O resultado, só neste ano, é uma seqüência recorde de lançamentos – 25 novos produtos – e a reorganização da linha de medicamentos fitoterápicos e de venda livre ao consumidor (sem receita médica) "Fizemos um reposicionamento de alguns produtos, para adequar cada linha, e investimentos em lançamentos para encorpá-las", conta Teske. "Principalmente com relação aos medicamentos de venda livre, as embalagens precisavam de uma aparência mercadológica mais interessante para sobreviver à concorrência do setor farmacêutico."

Além dos recursos destinados à elaboração de novidades, outros R$ 5 milhões estão sendo investidos na divulgação e distribuição ao longo deste ano. Ainda serão lançados, até dezembro, seis novos produtos, segundo Teske. Hoje a empresa atua com cinco linhas: fitoterápicos, suplementos alimentares, medicamentos de venda livre e de prescrição médica e cosméticos. "Embora os fitoterápicos sejam o carro-chefe da empresa, temos, em cada uma das linhas, um líder de mercado. Isso não nos deixa na dependência de um ou outro segmento."

Com os novos produtos a produção mensal da empresa deve ser ampliada em 15%. Hoje a Herbarium produz em média 450 mil unidades por mês. No pico da produção, terá capacidade para industrializar 600 mil itens. Para atender a esse aumento, a empresa deve aumentar em 5% o seu quadro de funcionários, hoje composto por cerca de 300 pessoas.

Exterior

Parte da nova produção deve se destinar ao mercado externo. Para 2006, a empresa tem planos de triplicar o valor exportado em 2005: U$$ 100 mil. "Começamos esse ano com um volume pequeno. Os primeiros grandes embarques devem começar mesmo no início do próximo ano", diz Teske. "Esse é um mercado complicado para exportações porque é preciso fazer adaptações e acompanhar as regulamentações dos países de destino.

Segundo o empresário, a Herbarium deve enviar produtos de todos os segmentos em que atua para países da América Latina, Ásia e Europa. "Estamos finalizando linhas específicas para exportação desde a matéria-prima até os produtos acabados, que devem estar concluídas em dois meses."

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