i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
Standard & Poor’s

S&P rebaixa nota do Brasil pela segunda vez em cinco meses

Agência de risco foi a primeira a tirar o grau de investimento do país em setembro do ano passado. Rating passou de BB+ para BB, com perspectiva negativa

    • são paulo
    • Da Redação, com agências
    • 17/02/2016 16:00
    Ministro Nelson Barbosa, da Fazenda, ainda tem muito trabalho pela frente para concluir o ajuste fiscal. | Jose Cruz/ Agência Brasil/Fotos Públicas
    Ministro Nelson Barbosa, da Fazenda, ainda tem muito trabalho pela frente para concluir o ajuste fiscal.| Foto: Jose Cruz/ Agência Brasil/Fotos Públicas

    Cinco meses após tirar o grau de investimento do Brasil, a agência Standard & Poor’s rebaixou novamente a nota de crédito do Brasil. O rating passou de BB+ para BB e, mesmo assim, a perspectiva permanece negativa.Isto significa que um novo rebaixamento deve ocorrer, com “probabilidade maior que 1 em 3”, informou a agência.

    INFOGRÁFICO: Veja as notas de crédito do Brasil e a evolução do rating nos últimos anos

    Em setembro, quando retirou o selo de bom pagador do país, a S&P citou a piora do cenário político e os problemas fiscais – que permanecem até hoje no radar dos investidores. Agora, a agência avalia que os desafios políticos no Brasil continuam crescendo e o processo de ajuste tende a ser mais prolongado agora no país.

    Meta flexível para contas públicas permitirá déficit de 1% do PIB

    Sistema de bandas acomodaria receitas menores do que o previsto

    Leia a matéria completa

    Em comunicado, a agência afirma esperar que entre 2016 e 2018 o deficit público será, em média, de 7% do PIB. A dívida pública ficará em torno de 60% do PIB. Segundo a S&P, o rebaixamento reflete uma piora no perfil de crédito brasileiro desde setembro. “Esperamos um processo de ajuste mais prolongado, com uma correção mais lenta na política fiscal e mais uma ano de contração da economia”, disse a empresa.

    Para a agência, a meta fiscal de 2016, de superavit de 0,5% do PIB, está em revisão novamente. Há ainda a percepção de menor compromisso do governo com a política fiscal. Em 2016 e 2017, a agência espera déficit fiscal médio de 8%, com redução para 5% em 2018.

    A agência Fitch também rebaixou, em dezembro passado, o rating do Brasil para a categoria grau especulativo. A nota do país foi cortada de BBB- para BB+, com perspectiva negativa. Apenas a agência Moody’s mantém o grau de investimento brasileiro, ainda que a nota esteja em revisão para rebaixamento.

    Entenda

    O rating, ou nota de crédito, é o resultado da avaliação de uma agência de classificação de risco sobre a qualidade de um título de dívida emitido por uma empresa ou país. O rating indica, portanto, se o emissor é um bom ou mau pagador e quais as chances de acontecer um calote daquela dívida.

    Um grande número de fundos de pensão, fundos de investimento e de carteiras de aplicação, por lei ou regulamentação específica, só pode aplicar em títulos seguros, que levam certificado de grau de investimento.

    O rebaixamento dos títulos do Brasil implica forte redução de procura por eles, movimento que costuma ser antecipado pelos mercados. Além disso, a redução do preço do título implica alta dos juros. Ou seja, o Tesouro terá de pagar mais pela sua dívida.

    Deixe sua opinião
    Use este espaço apenas para a comunicação de erros
    Máximo de 700 caracteres [0]

    Receba Nossas Notícias

    Receba nossas newsletters

    Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

    Receba nossas notícias no celular

    WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

    Comentários [ 0 ]

    Máximo 700 caracteres [0]

    O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Termos de Uso.