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Cenário

Cortes na Educação são péssimos. Mas narrativa do governo não é desprezível

Faltou transparência ao anunciar os bloqueios nas verbas da Educação. Há, porém, um fundo de verdade nas justificativas do governo

  • PorDenise Drechsel, com informações de Tiago Cordeiro
  • 11/05/2019 15:30
Foto: Albari Rosa | Arquivo Gazeta do Povo.
Foto: Albari Rosa | Arquivo Gazeta do Povo.| Foto:

De um lado, o bloqueio de 30% das verbas de custeio das universidades (5% do total do orçamento das instituições) pode inviabilizar no segundo semestre o pagamento de água, luz e outros serviços essenciais, além de paralisar as atividades de ensino, pesquisa e extensão. De outro, com o país quebrado, e todos apertando o cinto – menos o Judiciário e o Legislativo, diga-se de passagem –, o governo federal pede que os reitores aguentem o tranco e vejam “se não dá para cortar em nada”, nas palavras do ministro da Educação, Abraham Weintraub.

INFOGRÁFICO: Gráfico explica o congelamento nas verbas do MEC

E não foram apenas as instituições de ensino superior as atingidas pelo congelamento de parte das verbas não obrigatórias no Ministério da Educação (MEC). Do total de R$ 149 bilhões previstos para a pasta este ano, outros R$ 7,4 bilhões foram cortados, valor que afeta gastos previstos desde a educação infantil até os programas de fomento à pós-graduação.

Mesmo olhando com boa vontade o esforço coletivo de economizar onde for possível para “salvar” as contas do país, e para não se gastar mais do que se arrecada, chama a atenção ter sido a pasta da Educação a mais afetada. A área, desde a campanha eleitoral, é considerada pelo governo como a “responsável pelo futuro do país”, já que maiores níveis de educação tendem a acelerar o desenvolvimento econômico. Mas o governo tem uma boa narrativa para justificar os cortes, ainda que não tenha apresentado dados suficientes para provar tudo o que defende.

Outros países gastam menos e têm melhores resultados

Uma das ideias repetidas pelo ministro da Educação, em uma tentativa de justificar bloqueios na pasta, é que o Brasil “gasta como país rico e tem índices de país pobre”. E ele está certo tendo em conta o ensino superior, não a educação básica.

No ensino superior, o Brasil investe US$ 14,3 mil por aluno, quase a média dos países da OCDE, US$ 15,7 mil. Com isso, está na 16ª posição de um total de 39 países, e gasta mais por aluno na universidade do que Estônia, Espanha, Portugal, Itália, México e Irlanda.

Na educação básica, porém, o Brasil investe como um país pobre: US$ 3,8 mil por aluno, enquanto que a média dos países da OCDE é de US$ 8,6 mil, 42º lugar no ranking.

Por outro lado, é verdade que o volume gasto em educação básica no Brasil não justifica a péssima qualidade do ensino, muito abaixo da média de outros países. E que outras nações conseguem um desempenho melhor gastando menos.

Em uma pesquisa realizada com 70 países, por exemplo, os estudantes brasileiros de 15 anos ficaram em 59º lugar em leitura e entre os dez últimos nas categorias de matemática e ciências. Na avaliação nacional de qualidade do 3º ano do ensino médio, etapa final da educação básica, o resultado também é lamentável: as notas médias dos alunos estão estagnadas desde 2005 e os estudantes não saem do nível 2, tanto na escala de 8 degraus de língua portuguesa quanto na de matemática, com 10 etapas.

“Quando tratamos a questão do ensino específico da matemática, estudando a relação do desempenho na disciplina versus o gasto por aluno, vemos que a Colômbia (2.835 dólares), o México (3.065 dólares) e o Peru (3.590 dólares) gastam menos que o Brasil (3.822 dólares), conforme mostra o estudo da OCDE, Education at a Glance, de 2016”, explicou Renan Pieri, do Insper, de São Paulo, autor do estudo “Retratos da Educação do Brasil”, em entrevista para a Gazeta do Povo em fevereiro. “Apesar de todos estarem abaixo da média de desempenho esperado para seus gastos, o índice de proficiência na disciplina é de 389,6 para a Colômbia; 408,0 para o México; 420,5 para o Peru, enquanto o índice para o Brasil fica em 377,1”.

Ou seja, o problema não estaria, principalmente, na quantidade de investimentos, mas em como eles estão sendo aplicados.

“Balbúrdia” nas universidades: é real?

O comentário do ministro da Educação, ao ser perguntado sobre os bloqueios de verbas na Educação, gerou revolta de professores e estudantes. Em entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo”, Weintraub falou que existiria “balbúrdia” nas universidades - sem explicar com precisão o que ele classifica como tal - e que vincularia o orçamento das universidades no futuro a critérios de desempenho acadêmico e impacto no mercado de trabalho.

Ao mesmo tempo em que as universidades começaram a postar exemplos de pesquisas de ponta realizadas nas instituições, e serviços comunitários importantes feitos por estudantes, outros fatos "questionáveis", em imagens e vídeos, passaram a circular nas mídias sociais de exemplos do que poderia ser a “balbúrdia” citada pelo ministro. Entre eles estavam, por exemplo, o uso do dinheiro público para eventos políticos – todos de esquerda, como o gasto de R$ 2 milhões em um evento com a ex-presidente Dilma Rousseff em universidade da Bahia – e teses controversas realizadas com dinheiro público – como um doutorado-sanduíche sobre “orgias gays”, pago com bolsa do CNPq e incluindo até viagem para Portugal.

A reação dos internautas ao ler essas notícias foi a de concordar com o corte de verbas, caso elas continuassem a ser desviadas para iniciativas desse gênero.

O governo, porém, não sabe qual parte do orçamento das universidades é aplicada em pesquisa séria, por exemplo, e qual não é. E, ao bloquear 30% do custeio de todas, linearmente, colocou em risco tanto o joio quanto o trigo.

Baixo impacto das pesquisas nacionais

Ao falar em “baixo desempenho acadêmico”, o MEC feriu o orgulho dos gestores das universidades federais. Logo em seguida, “viralizaram” rankings internacionais de qualidade em que as instituições brasileiras aparecem em boas colocações, em uma tentativa de convencer a opinião pública do equívoco da medida. “Como assim as universidades públicas no Brasil não são boas?”, perguntavam-se.

Mais uma vez, seria necessário realizar um estudo mais detalhado – algo que o MEC não fez. Mas a pasta tem razão em apontar ao menos uma das falhas no ensino superior público: não são todas, mas muitas das pesquisas realizadas no Brasil, com verba pública, têm impacto ínfimo, não têm importância – são pouco citadas ou simplesmente não são citadas.

Durante os governos do PT, de 2002 a 2016, o Brasil quadruplicou o número de pesquisas realizadas (de 17.843 em 2002 para 68.908 em 2016), mas perdeu relevância. Utilizando o ranking do Scimago Journal, o Brasil, em 2016, estava em 14º em quantidade de produção, mas na posição 53º em quantidade de citações por pesquisa publicada (entre 66 países que publicaram pelo menos 3 mil papers). O levantamento foi realizado pelo professor Marcelo Hermes-Lima, da Universidade de Brasília.

“Nossas pesquisas envolveram investimentos de 1,3% do PIB (em 2016), percentual similar ao de diversos países com CPP (citações por ‘paper’) substancialmente maior, como Portugal, Espanha, Itália, Irlanda e Estônia”, escreveu Hermes-Lima em artigo publicado na Gazeta do Povo.

Gastos com pessoal

Outro dedo colocado nas feridas das universidades públicas pelo MEC é o alto gasto dessas instituições com servidores. Se cada universidade brasileira fosse um município, alfinetou o ministro Weintraub em audiência pública no Senado, elas estariam fora da lei por “não cumprir a Lei da Responsabilidade Fiscal” que indica, entre outras coisas, um teto máximo de gastos em itens como, por exemplo, a folha de pessoal.

De fato, as universidades federais brasileiras gastam parte expressiva de seu orçamento com pagamento de salários e benefícios para pessoal. Sobre isso, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior no Brasil (Andifes) divulgou no ano passado uma nota técnica do MEC sobre os custos das universidades federais.

O documento informa que, de 2009 a 2016, os gastos das universidades federais saltaram de R$ 33 bilhões para R$ 46,1 bilhões. No mesmo período, o custo anual médio por aluno caiu de R$ 38,8 mil para R$ 37,5 mil. O relatório aponta que as despesas obrigatórias com pessoal ativo e inativo consomem 86,9% do orçamento das instituições.

A reportagem conferiu, por curiosidade, os relatórios financeiros das 12 mais importantes universidades do planeta. A que mais gasta com pessoal, Stanford, investe 67% de seu orçamento. Já a universidade de Cambridge, fundada em 1209 e que já teve entre seus alunos o físico Stephen Hawking e o naturalista Charles Darwin, gasta apena 45%. Seria injusto comparar essas instituições com as federais do Brasil,  já que isso exigiria estudos mais complexos, até porque essas universidades recebem dinheiro da iniciativa privada e cobrem áreas muito diferentes, mas os números não deixam de dar a impressão de que talvez possam existir gastos desnecessários por má gestão.

Ao falar sobre isso, o ministro da Educação afirmou que as universidades hoje “são uma grande folha de pagamento”. Questionou: “Não têm dinheiro para água e luz? Difícil acreditar. Vamos conversar, me mostrem os números”. E perguntou se não é possível mesmo cortar em nada. "Uma universidade custa R$ 1 bilhão, não dá para cortar em nada?", insistiu Weintraub.

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Comentários [ 25 ]

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  • A

    ARTUR RUSS FILHO

    ± 78 dias

    A reportagem matou a charada na frase: "todos apertando o cinto – menos o Judiciário e o Legislativo, " Quem tem que executar o serviço está estrangulado, enquanto os outros poderes só atrapalham ou impõe mais restrições

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    • E

      ELIZABETH DUBAS LASKOSKI

      ± 92 dias

      Concordo com o Ministro.Alguém tem que por ordem nesta casa(UNIVERSIDADES),a festa acabou. Dá para fazer cortes sim. Basta ser um bom gestor. Hoje seu filho vai para Universidade do governo e vc gasta mais se ele estivesse na rede privada.Não tem materiais necessários, e deixa muito a desejar. Passo todos os dias em frente a Universidade Federal para ir para o trabalho e o que vejo ? Alunos com tubão logo pela manhã bebendo e fumando lá fora. Cadê as aulas? E não são poucos . Chega de mimi,é tempo do país todo apertar o cinto e trabalhar é assim que se faz para sair da crise.Todos precisamos colaborar. Infelizmente muito se extorquiu do país e a conta ficou.

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      • A

        A.Man

        ± 93 dias

        Quem tem filho na universidade pública sabe: dá para contar nos dedos os dias que eles têm todas as aulas; não têm cobranças de praticamente nada; quase não há um interesse acadêmico de melhorias no currículo que, aliás, parece um samba do crioulo doido (assuntos defasados); são mil trabalhos para fazerem em casa, para abonar pontos na média, sem maiores esforços; pouca ou nenhuma iniciativa acadêmica de maior relevância......nada acontece na universidade pública brasileira.....é um tal de finge que ensina/finge que aprende......Quem sabe corte-se as verbas para melhor aproveitá-las ou, pelo menos, para que não caiam nos bolsos de quem não produz nada!

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        • J

          José Airton Gernano da Silva

          ± 96 dias

          Que infelicidade dos autores do texto. Parecem que não estão inseridos nos meandros da realidade distorcida e equivocada da política educacional do governo atual. A memoria jornalística não explicita que a história dos cortes se deu para combater possíveis exageros ideológicos em algumas universidades. Que depois de questionado, voltou-se contra todas as universidades, sem distinção. Faça-me o favor. Quando nos propomos fazer juízo de valores sobre ações política que tenhamos claros os objetivos. Não é possível mais tolerarmos manipuladores disfarçados de marqueteiros a favor desse ou de outro governo. Lamentável tal texto.

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          • F

            Fernando Cavalcante

            ± 96 dias

            Texto muito bom, objetivo, com muita informação, com poucos adjetivos.

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              FERNANDO LUIZ POZZOBON

              ± 96 dias

              Criticaram um ministro achando que pouco fazia. Entra o outro que muito está fazendo e criticam do mesmo jeito. Vá em frente Sr. Ministro e mude o que está errado. Lembremo-nos que não temos nenhuma universidade enfre as 200 melhores do mundo.

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              • F

                FERNANDO LUIZ POZZOBON

                ± 96 dias

                Criticaram um ministro achando que pouco fazia. Entra o outro que muito está fazendo e criticam do mesmo jeito. Vá em frente Sr. Ministro e mude o que está errado. Lembremo-nos que não temos nenhuma universidade enfre as 200 melhores do mundo.

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                • A

                  AM.

                  ± 96 dias

                  Ao criticar a falta de impacto das pesquisas, faltou dizer que é o próprio governo (através do MEC e MCTIC) que estimula e premia a quantidade de artigos publicados, e não sua qualidade. Concursos públicos, editais para bolsas de pesquisa e financiamento de projetos, etc, geralmente favorecem àqueles pesquisadores que publicam em quantidade. Se vc tem poucos artigos publicados (mesmo que sejam super citados), vc muito provavelmente ficara atrás na seleção. Dado que o mercado de trabalho para um pesquisador é competitivo e as oportunidades são escassas, muitos optam por essa estratégia. Agora o governo vem cobrar as unviersidades por realizar uma prática que ele mesmo estimula.

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                  • M

                    Maximiliano Augusto de Araujo Mendes

                    ± 96 dias

                    A realidade é que se gasta MUITO e a produção é de baixo nível. Tem pesquisas boas, gente séria e tudo o mais? Tem, mas infelizmente também tem uma laia de sanguessugas inúteis.

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                    • H

                      HILDA ROJAS DE CAMACHO

                      ± 96 dias

                      Parabéns ministro da educaçao!!! TEM QUE PÔR ORDEM NA CASA, e depois ver quem merece e quanto, porque do modo que estava não dá!!!

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                      • P

                        Paula A S

                        ± 96 dias

                        Tá certíssimo nosso Ministro!!! Foram 13 anos de roubalheira e sabe Deus onde mais meteram a mão!!!!

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                        • R

                          Ricardo Aranha

                          ± 96 dias

                          Existem ilhas de excelência em pesquisa no Brasil, assim como bons profissionais, mas estão em meio a um mar de lama e ineficiência acadêmica, e muitas vezes se calam ou adotam um discurso dúbio, para agradar seus patrões ou seus pares - tal como diz o bom comentário do Marcelo.

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                          • D

                            Domingos Marconato

                            ± 96 dias

                            Pelo que percebo, aqui gostam muito dos ladroes, pois com os ladroes, existem as boquinhas e os desvios.

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                            • E

                              Eduardo

                              ± 96 dias

                              Outro dia deixei minha opiniao em outro artigo, defendendo as universidades com relaçao a questao das verbas federaiis, em particular, as ditas verbas de custeio que sofreram cortes. Tudo que a universidade recebe vem com destinaçao especifica. Ate ai tudo bem, em nome da transparencia. Mas existem certas coisas quevdeveriam melhorar. Uma dessas eh a destinaçao do que eventualmente sobra. Tudo volta a uniao no final do ano. Se a verba eh pouca, insuficiente, nao intetessa, tem que gastar. Senao, ja era. Isso com certeza induz a gastar mal os recursos. Se fosse possivel a universidade guardar recursos, talvez ajudasse.

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                                Alexandre

                                ± 96 dias

                                Sou Professor da UFSC e já fui da UFFS. A argumentação do Ministro foi lamentável, mas concordo com a linha da matéria. É necessário otimizar os gastos nas universidades. Há muita pesquisa inútil e os professores e alunos ruins são protegidos e até inventivados a continuarem ruins. No cerne do problema está a autonomia universitária. Precisamos rediscutir o conceito.

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                                • L

                                  Leonardo

                                  ± 96 dias

                                  Um comentário de um cidadão que possui no seu perfil um “ #elenao” não deve nem ao menos ser dado o trabalho de responder...o país quebrado, instituições cheias de desvios, superlotadas de agentes ideologizadores e sem eficiência... o país precisa ser reiniciado!!

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                                • P

                                  PAULO C.P.

                                  ± 96 dias

                                  Lamentável é o seu comentário. Otimizar gastos não passa por criticar alunos e professores e nem mesmo pesquisas. E quem é você para julgar colegas. Talvez pudesse passar seu currículo lates para sabermos se não é você um desses que crítica.

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                              • N

                                Neto

                                ± 96 dias

                                Universidades, legislativo e judiciário: autonomia para gastar o dinheiro dos outros. Só que agora o dinheiro acabou!

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                                • E

                                  edna regina albini pereira

                                  ± 96 dias

                                  Mas se as contas estão corretas se as instituições provarem que suas despesas sao realmente essenciais ,acredito q as contas orçamentárias poderão ser revista uma questao de bom senso,a questão e q tem instituições q realmente funcionam outras ja nem tanto sabemos q ja farra c dinheiro público,infelizmente por causa dos maus os justos padecem.

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                                  • W

                                    weltonnogueira

                                    ± 97 dias

                                    É triste mas e o governo escolhido pelo povo,agora é sofrer as consequências..

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                                      Roberto Strazzabosco

                                      ± 96 dias

                                      Lembrando que os governos Dilm a e Lul la foram os que mais cortaram verba da educação, o que mostra que dessa vez o povo escolheu bem.

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                                    Tiago Pai Físico

                                    ± 97 dias

                                    Ainda quando era Acadêmico de uma universidade federal, participei de dois projetos ambos com bolsa. Sinceramente no geral da obra, muito dinheiro aplicado e pouquissímo rendimento naquilo que era proposto. Professores federais ganhando razoavelmente bem, que quando surgia projeto novo de pesquisa, segurava com as duas mãos devido o quão bom era a verba que entrava no final do mês. Outra situção ocorrida com diversos alunos quando entrava no mestrado era desistir de estudar logo no inicio e receber a bolsa em pelo menos 6 meses. No qual, nesse período só iria para aula para não levar falta. Porém, esses fatos é fácil entender é só pesquisar quantos alunos iniciam e concluem mestrado

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                                      Benvino Viana Flores Neto

                                      ± 97 dias

                                      A narrativa de que o corte é de 30% das verbas das UF é falsa porque o percentual das despesas discricionária é de 12% sobre total. 30% dessa pequena parcela equivale a 3,6% do todo.

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                                        Marcelo Dobrzanski

                                        ± 97 dias

                                        Há muita tese que dentro da sua especialidade se assemelhas às teses de importância duvidosa que foram noticiadas neste jornal dias atrás. Porem o publico comum não tem como avaliar a prioridade e a importância destas pesquisas e quem tem condições fica calado em função do corporativismo. Os programas de mestrado e doutorado são financiados com dinheiro publico porem na maioria das vezes o interesse da pesquisa é pessoal. Funcionários de empresas privadas e professores das universidades buscam a pós-graduação publica com intenção de obter ganho salarial ou promoção. Essa é a balburdia...

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                                        • F

                                          Freitas

                                          ± 97 dias

                                          Todos sabemos que em diversas universidades federais há uma verdadeira farra para triturar nossos impostos. Uma Lava Jato nas Federais seria ótimo.

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