Os professores da Universidade de Brasília (UnB) ligados ao comando da greve tentam invalidar o resultado da assembleia promovida na sexta-feira pela Associação dos Docentes da Universidade (ADUnB), quando foi determinado o fim da paralisação iniciada há três meses. O comando de greve alega que a reunião decisiva estava marcada para amanhã (21) e que a decisão da assembleia antecipada deveria ser anulada.
O reitor José Geraldo de Sousa Junior se encontrou com o grupo e disse que também estranhou a antecipação. Para ele, a assembleia convocada para esta terça-feira "é que deveria decidir os rumos do movimento". Ele pediu aos professores que, ao tomar decisões, mantenham o foco "nos objetivos que a universidade tem para com a sociedade".
Integrante do comando de greve, a professora Raquel Nunes admitiu que a reunião da ADUnB foi feita "de forma legítima, mas a decisão [pelo fim da greve] foi incorreta porque deveria ter sido discutido amplamente". Ela entregou à direção da ADUnB um abaixo-assinado de 230 professores pedindo a manutenção da assembleia prevista para amanhã.
Outras duas assembleias estão marcadas para amanhã. A primeira será a dos estudantes da universidade. Eles estão em greve há dois meses, em solidariedade aos professores. A outra será dos servidores da área técnica que também estão paralisados.
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