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Pesquisa eleitoral Datafolha para o governo do Rio de Janeiro, divulgada nesta quinta-feira (22), mostra o atual governador e candidato à reeleição Cláudio Castro (PL) com 36% das intenções de voto, seguido do deputado federal Marcelo Freixo (PSB), com 26%, a dez dias do primeiro turno das eleições. Votos brancos e nulos somam 12%, enquanto eleitores indecisos ou que não responderam o questionário representam 9%.

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Castro cresceu cinco pontos percentuais em relação ao último levantamento, divulgado em 15 de setembro, e abriu vantagem sobre Freixo, que oscilou um ponto para baixo. Na última sondagem, eles estavam tecnicamente empatados. No segundo turno, o candidato do PL venceria o do PSB por 46% a 38%. A margem de erro é de três pontos para mais ou para menos.

O Datafolha também mensurou as intenções de voto para a única vaga em disputa no Senado pelo Rio de Janeiro. Romário (PL) aparece à frente com 31%, seguido dos deputados federais em empate técnico Alessandro Molon (PSB), com 12%, Clarissa Garotinho (União Brasil), com 10%, e Daniel Silveira (PTB), com 8%. Veja os números completos da pesquisa abaixo:

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Intenção de voto para o governo do Rio de Janeiro

Primeiro turno: estimulada

  • Cláudio Castro (PL): 36% (+5 p.p)
  • Marcelo Freixo (PSB): 26% (-1 p.p)
  • Rodrigo Neves (PDT): 8% (não oscilou)
  • Cyro Garcia (PSTU): 2% (-1 p.p)
  • Juliete Pantoja (UP): 2% (+1 p.p)
  • Wilson Witzel (PMB) *: 2% (-1 p.p)
  • Eduardo Serra (PCB): 2% (-1 p.p)
  • Paulo Ganime (Novo): 1% (não oscilou)
  • Luiz Eugênio (PCO): 1% (não oscilou)
  • Branco/nulo: 12% (-2 p.p)
  • Não sabe/não respondeu: 9% (+1 p.p)

* O ex-governador Wilson Witzel teve a candidatura indeferida pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, mas ainda recorre da decisão

Simulação de 2º turno

Cenário único

  • Cláudio Castro (PL): 46%
  • Marcelo Freixo (PSB) - 38%
  • Branco/nulo - 12%
  • Não sabe/não respondeu - 4%

Intenção de voto para o Senado no Rio de Janeiro

Estimulada

  • Romário (PL) – 31%
  • Alessandro Molon (PSB) – 12%
  • Clarissa Garotinho (Pros) – 10%
  • Daniel Silveira (PTB) – 8%
  • Cabo Daciolo (PDT) – 6%
  • André Ceciliano (PT) – 6%
  • Bárbara Sinedino (PSTU) - 1%
  • Hélvio Costa (DC) - 0%
  • Raul Bittencourt (UP) - 0%
  • Marcelo Itagiba (Avante) - 0%
  • Hemano Leme (PCO) - 0%
  • Sued Haidar (PMB) - 0%
  • Hiran Roedel (PCB) - 0%
  • Branco/nulo – 13%
  • Não sabe/não respondeu – 11%

Metodologia das pesquisas

O Datafolha entrevistou 1.526 pessoas entre os dias 20 e 22 de setembro de 2022 em 45 municípios fluminenses. A margem de erro do levantamento é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%, sob o registro na Justiça Eleitoral com o número RJ-07687/2022. A pesquisa foi contratada pela Folha de São Paulo e TV Globo.

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No levantamento divulgado em 15 de setembro, o Datafolha entrevistou 1.202 pessoas entre os dias 13 e 15 de setembro de 2022 em 34 municípios fluminenses. A margem de erro do levantamento é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%, sob o registro na Justiça Eleitoral com o número RJ-00509/2022. A pesquisa foi contratada pela Folha de São Paulo e TV Globo.

Por que a Gazeta publica as pesquisas eleitorais?

A Gazeta do Povo publica há anos todas as pesquisas de intenção de voto realizadas pelos principais institutos de opinião pública do país. Você pode conferir os levantamentos mais recentes neste link, além de reportagens sobre o tema.

As pesquisas de intenção de voto fazem uma leitura de momento, com base em amostras representativas da população. Métodos de entrevistas, a composição e o número da amostra e até mesmo a forma como uma pergunta é feita são fatores que podem influenciar o resultado. Por isso é importante ficar atento às informações de metodologias, encontradas no fim das matérias da Gazeta do Povo sobre pesquisas eleitorais.

Feitos esses apontamentos, a Gazeta considera que as pesquisas eleitorais, longe de serem uma previsão do resultado das eleições, são uma ferramenta de informação à disposição do leitor, já que os resultados divulgados têm potencial de influenciar decisões de partidos, de lideranças políticas e até mesmo os humores do mercado financeiro.