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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, afirmou neste domingo (25) que o voto da população deve ser respeitado com o fim da eleição e que os desafios do país esperam pelo eleito a partir de segunda-feira (26).
Fachin votou em um colégio de Brasília em que fez um apelo para que o resultado da eleição seja respeitado independente do vencedor.
“Toda autoridade emana do povo e, portanto, é fundamental que sejam respeitadas as escolhas que derivarem da manifestação da soberania popular. [...] O Brasil precisa de paz e tranquilidade para, a partir de amanhã (segunda, 26), enfrentar os grandes desafios em diversas áreas que demandam a presença do Estado e o atendimento às legítimas demandas da sociedade”, disse Fachin.
A declaração do presidente do STF ocorre em meio à forte polarização política com o acirramento das diferenças entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que disputa a reeleição, e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que disputa a presidência da República. Eles disputam o segundo turno da eleição presidencial após terminarem a primeira etapa, no dia 4 de outubro, com uma diferença de pouco mais de dois milhões de votos.
“As escolhas derivam da expressão da soberania popular e a sociedade brasileira, o povo brasileiro está comparecendo às urnas com tranquilidade para dizer qual é a sua escolha. Portanto, a eleição e o segundo turno terminam hoje. Isso significa que, a partir de amanhã, os desafios aguardam os escolhidos eleitos para cumprirem com seus deveres constitucionais”, completou.
Edson Fachin ainda agradeceu ao trabalho do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ressaltou que a Corte cumpriu com seu papel na organização e coordenação das eleições deste ano.
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Mais cedo, o presidente do TSE, Kássio Nunes Marques, abriu a votação e afirmou confiar em uma eleição tranquila e dentro do previsto pela Justiça Eleitoral.
Neste segundo turno, mais de 158 milhões de brasileiros estão aptos a votar na definição de disputas para a presidência da República e governos de cinco estados e do Distrito Federal. Desse total, mais de 136 milhões têm obrigação de comparecer às urnas, enquanto pouco mais de 22 milhões podem votar facultativamente.








