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Aplausos

Mendonça vota em Brasília: “o povo é o protagonista”

Ministro recebeu aplausos ao chegar na seção eleitoral e destacou protagonismo popular.
Ministro recebeu aplausos ao chegar na seção eleitoral e destacou protagonismo popular. (Foto: Leobark Rodrigues/Secom/TSE)

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O vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), André Mendonça, votou na manhã deste domingo (4) em um colégio de Brasília. Na chegada, o magistrado recebeu aplausos. Ele estava acompanhado de seguranças e trajava uma camiseta das eleições, assim como o presidente da Corte, Nunes Marques.

"Hoje é um dia importante para o país, um dia onde o povo é o protagonista e ele deve ser o grande vencedor. É um dia de festa para o povo, para a democracia e a nossa expectativa é que o povo, com responsabilidade, escolha na sua própria visão, dentro da sua própria perspectiva e realidade quem é o melhor candidato para governar o seu Estado", afirmou à imprensa.

O presidente do TSE votou logo na abertura dos trabalhos, também em uma escola de Brasília. Nunes Marques possui domicílio eleitoral em Teresina (PI). Pelas regras, quem vota em trânsito em outro estado só pode escolher o candidato à Presidência.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi o primeiro presidenciável a votar. Ele teceu críticas ao presidente Lula (PT) e lembrou que o próximo presidente poderá indicar quatro nomes para o Supremo Tribunal Federal (STF). Com isso, vê risco de ampliar o que chama de "perseguição política".

Mendonça foi o responsável por levantar o sigilo de um relatório sobre as relações entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, o que deflagrou uma crise na Corte. Moraes utilizou o inquérito das fake news para expor relatórios de inteligência da Polícia Federal (PF) que opinavam que Mendonça escolhia as medidas para cada investigado com base em interesses político-eleitorais.

Depois disso, o presidente do STF, Edson Fachin, retirou de Moraes aquele que era seu instrumento mais controverso, apontado como fonte de perseguição a políticos de direita e violação de garantias constitucionais. Mendonça segue relatando o caso Master e, agora, os sigilos de procedimentos relacionados foram levantados.

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