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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kássio Nunes Marques, estima que o resultado do segundo turno das eleições de 2026 seja conhecido até as 21h deste domingo (25). Segundo ele, a votação ocorre dentro da normalidade e segue o ritmo esperado pela Justiça Eleitoral.
A apuração começa às 17h, pelo horário de Brasília, após o encerramento da votação em todo o país. Os números serão divulgados pelo TSE conforme os boletins de urna forem recebidos e processados pelo sistema de totalização.
“Eleições dentro do esperado. Historicamente, a gente cria um marco de 20h30. Mas ele fica em torno de 20h30, 21h, o que ocorre em todas eleições presidenciais”, afirmou o ministro a jornalistas.
Não existe um horário oficial previamente estabelecido para a conclusão da apuração, que depende da velocidade de processamento dos resultados. Na eleição presidencial de 2022, por exemplo, o TSE confirmou a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) às 20h09 do domingo de votação.
Neste ano, Lula concorre à reeleição contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) após terem ficado com uma diferença de pouco mais de dois milhões de votos no primeiro turno. A expectativa para este segundo turno é de que a definição da disputa também ocorra durante a noite.
Mais cedo, Nunes Marques votou em Brasília antes mesmo das 8h, horário previsto para o início da votação. O ministro acompanhou a emissão da chamada zerésima, documento que comprova que não havia votos registrados nas urnas eletrônicas antes da abertura da votação.
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Natural de Teresina (PI), o presidente do TSE mantém seu domicílio eleitoral na capital piauiense, mas solicitou autorização para votar em trânsito em Brasília. Ao acompanhar o início do processo eleitoral, afirmou que sua expectativa era de tranquilidade.
“Expectativa é que tudo transcorra na paz e normalidade”, afirmou.
Mais de 158 milhões de brasileiros estão aptos a participar do segundo turno, que define a Presidência da República e os governos de cinco estados e do Distrito Federal. Desse total, mais de 136 milhões são obrigados a votar, enquanto pouco mais de 22 milhões têm o voto facultativo.







