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Eleições 2026

Alvaro Dias condiciona candidatura ao Senado à formação de aliança no Paraná

Alvaro Dias diz que candidatura ao Senado em 2026 dependerá das articulações para formar uma ampla aliança política no Paraná.
Alvaro Dias diz que candidatura ao Senado em 2026 dependerá das articulações para formar uma ampla aliança política no Paraná. (Foto: Jonathan Campos/Arquivo Gazeta do Povo)

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Após a oficialização da pré-candidatura de Rafael Greca (MDB) ao governo do Paraná, no último sábado (20), Alvaro Dias (MDB) manteve em aberto a participação na disputa por uma das vagas ao Senado em 2026. Enquanto acompanha as negociações para a formação das chapas, ele defende a construção de uma ampla aliança entre os partidos que integram a base política responsável pela administração estadual nos últimos anos.

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“Defendo a união do grupo que se organizou para administrar o estado nos últimos oito anos. O MDB ocupou duas secretarias e outras funções. Não é inteligente dividir forças no embate eleitoral. A soma é fundamental para viabilizar um projeto de governo”, declarou.

Entre as negociações em andamento, Alvaro Dias acompanha as tratativas do MDB para obter o apoio da federação formada por União Brasil, Progressistas (PP) e Podemos. Segundo ele, o desfecho dessas conversas poderá influenciar na decisão dele sobre a candidatura ao Senado.

“Como defendo essa estratégia, fico à disposição para contribuir. Se minha candidatura ajudar na conjugação dessas forças, estou à disposição. Se, ao contrário, for necessário renunciar a hipótese desta candidatura, não colocarei dificuldade. O Paraná em primeiro lugar”, afirmou.

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No grupo político do governador Ratinho Junior, o PSD ainda não bateu o martelo sobre os nomes que integrarão a chapa que vai disputar a preferência do eleitor para as duas cadeiras ao Senado; o deputado estadual Alexandre Curi (Republicanos) deverá ter a candidatura oficializada durante as convenções partidárias, que ocorrem entre julho e agosto.

O PL aposta no deputado federal Filipe Barros para concorrer ao Senado, enquanto o Novo trabalha com a candidatura do ex-procurador Deltan Dallagnol. Já o PT deve lançar a ministra Gleisi Hoffmann.

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