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Lula vai a Curitiba para ato de campanha durante ofensiva eleitoral no Sul

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Lula é o quarto candidato à Presidência nas eleições de 2026 a cumprir agenda de campanha eleitoral em Curitiba. (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, fará um comício em Curitiba no dia 12 de setembro. O ato ocorrerá às 10h, na Boca Maldita, no Centro, com a participação de Requião Filho (PDT), candidato ao Governo do Paraná, e dos candidatos ao Senado Dr. Rosinha (PT) e Gleisi Hoffmann (PT).

A última visita institucional de Lula ao Paraná ocorreu em março de 2026, quando o presidente cumpriu agenda em Maringá e participou de uma cerimônia de anúncio de investimentos em infraestrutura de transportes.

Antes disso, a última passagem institucional pelo estado havia ocorrido em agosto de 2024.

Na ocasião, Lula participou da cerimônia de retomada das operações da Fábrica de Fertilizantes Araucária Nitrogenados S.A. (ANSA), que estava desativada desde 2020. No mesmo dia, visitou a fábrica da Renault, em São José dos Pinhais.

Lula será o quarto candidato a visitar Curitiba

Lula é o quarto candidato à Presidência nas eleições de 2026 a cumprir agenda de campanha eleitoral em Curitiba.

Em agosto, estiveram na capital paranaense Renan Santos (Missão), Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema (Novo).

O ato faz parte de um cronograma de visitas ao Sul do país entre os dias 11 e 13 de setembro.

Além de Curitiba, Lula participará de ações de campanha em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, e em Florianópolis, em Santa Catarina.

Curitiba e a prisão de Lula

Curitiba ocupa um lugar marcante na trajetória recente do petista. Em 2018, o então ex-presidente recebeu uma condenação do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) a 12 anos e um mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá.

Segundo a acusação, Lula recebeu R$ 3,7 milhões em vantagens indevidas da construtora OAS, relacionadas a contratos com a Petrobras.

Em 7 de abril daquele ano, Lula se entregou e a Polícia Federal o levou para a Superintendência da corporação em Curitiba, onde permaneceu preso por 580 dias.

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