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O Datafolha divulgou nesta sexta-feira (11) uma nova pesquisa com as intenções de voto para presidente da República nas eleições de 2026. As informações foram divulgadas pelo G1 e pela Folha de S.Paulo.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) empatam tecnicamente dentro da margem de erro de dois pontos percentuais no cenário estimulado de primeiro turno, por 39% a 35%.
O empate técnico segue na simulação de segundo turno, com Lula numericamente à frente: 46% contra 44% de Flávio. Lula também empata tecnicamente na simulação de segundo turno com Augusto Cury (Avante), por 45% a 43%.
Pesquisa para presidente da República em 2026
A pesquisa Datafolha realizou uma pesquisa espontânea e trouxe dois cenários estimulados (quando são mostrados os nomes de todos os concorrentes ao cargo para escolha do eleitor): um com e outro sem Pablo Marçal (PRTB). A candidatura de Marçal foi indeferida pelo Tribunal Superior Eleitoral nesta sexta-feira (11).
Espontâneo
- Lula (PT): 33%
- Flávio Bolsonaro (PL): 25%
- Escritor Augusto Cury (Avante): 3%
- Jair Bolsonaro*: 2%
- Renan Santos (Missão): 2%
- Ronaldo Caiado (PSD): 1%
- Outras respostas: 5%
- Branco/Nulo/Nenhum: 6%
- Não sabe: 23%
*Jair Bolsonaro está inelegível até 2030 após condenação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.
Empate técnico entre Flávio e Lula no cenário estimulado de primeiro turno
- Lula (PT): 39%
- Flávio Bolsonaro (PL): 35%
- Escritor Augusto Cury (Avante): 6%
- Ronaldo Caiado (PSD): 4%
- Renan Santos (Missão): 3%
- Zema (Novo): 2%
- Samara (UP): 1%
- Rui Costa Pimenta (PCO): 1%
- Edmilson Costa (PCB): 1%
- Clariana Barão (DC): 1%
- Hertz Dias (PSTU): 0%
- Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0%
- Branco/Nulo/Nenhum: 6%
- Não sabe: 4%
Flávio perde votos em cenário estimulado com Pablo Marçal
- Lula (PT): 39%
- Flávio Bolsonaro (PL): 33%
- Escritor Augusto Cury (Avante): 5%
- Ronaldo Caiado (PSD): 4%
- Renan Santos (Missão): 3%
- Pablo Marçal (PRTB)*: 2%
- Zema (Novo): 2%
- Samara (UP): 1%
- Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 1%
- Rui Costa Pimenta (PCO): 0%
- Hertz Dias (PSTU): 0%
- Edmilson Costa (PCB): 0%
- Clariana Barão (DC): 0%
- Branco/Nulo/Nenhum: 6%
- Não sabe: 3%
Segundo turno para presidente pela Datafolha
A pesquisa Datafolha simulou cinco cenários de segundo turno.
Lula x Flávio Bolsonaro
- Lula (PT): 46%
- Flávio Bolsonaro (PL): 44%
- Branco/Nulo/Nenhum: 8%
- Não sabe: 1%
Lula x Augusto Cury
- Lula (PT): 45%
- Escritor Augusto Cury (Avante): 43%
- Branco/Nulo/Nenhum: 10%
- Não sabe: 2%
Lula x Renan Santos
- Lula (PT): 48%
- Renan Santos (Missão): 37%
- Branco/Nulo/Nenhum: 12%
- Não sabe: 2%
Lula x Ronaldo Caiado
- Lula (PT): 46%
- Ronaldo Caiado (PSD): 41%
- Branco/Nulo/Nenhum: 10%
- Não sabe: 2%
Lula x Romeu Zema
- Lula (PT): 48%
- Zema (Novo): 39%
- Branco/Nulo/Nenhum: 11%
- Não sabe: 2%
Metodologia: 2.002 entrevistados pelo Datafolha de 8 a 10 de setembro de 2026. A pesquisa foi contratada pela Empresa Folha da Manhã S.A e Globo Comunicação e Participações S/A. Nível de confiança: 95%. Margem de erro: 2 pontos percentuais. Registro no TSE sob o nº BR-01833/2026.
Por que a Gazeta do Povo publica pesquisas eleitorais
A Gazeta do Povo publica há anos todas as pesquisas de intenção de voto realizadas pelos principais institutos de opinião pública do país. As pesquisas de intenção de voto fazem uma leitura de momento, com base em amostras representativas da população.
Métodos de entrevistas, composição e número da amostra e até mesmo a forma como uma pergunta é feita são fatores que podem influenciar no resultado. Por isso é importante ficar atento às informações de metodologias, encontradas no fim das matérias da Gazeta do Povo sobre pesquisas eleitorais.
Pesquisas publicadas nas eleições de 2022, por exemplo, apontaram discrepâncias relevantes em relação ao resultado apresentado na urna. Feitos esses apontamentos, a Gazeta do Povo considera que as pesquisas eleitorais, longe de serem uma previsão do resultado das eleições, são uma ferramenta de informação à disposição do leitor, já que os resultados divulgados têm potencial de influenciar decisões de partidos, de lideranças políticas e até mesmo os humores do mercado financeiro.








