
Ouça este conteúdo
O instituto Ideia, em parceria com o Canal Meio, divulgou nesta quarta-feira (5) uma nova pesquisa com as intenções de voto para presidente da República nas eleições de 2026.
No cenário estimulado de primeiro turno, Lula (PT) lidera com 43,0% das intenções de voto, abrindo 8 pontos percentuais para Flávio Bolsonaro (PL), que soma 35,0%.
Na simulação de segundo turno entre os dois, a vantagem do petista diminui, mas ele ainda lidera para além da margem de erro: 48,5% contra 43,0%.
Nos demais cenários de segundo turno, Lula venceria Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão).
Pesquisa Meio/Ideia para presidente da República em 2026
O instituto Ideia fez pesquisa espontânea (quando os nomes não são apresentados) e um cenário estimulado (quando são mostrados os nomes).
Lula é o mais citado no cenário espontâneo
- Lula (PT): 34,4%
- Flávio Bolsonaro (PL): 23,0%
- Ronaldo Caiado (PSD): 2,8%
- Renan Santos (Missão): 2,5%
- Romeu Zema (Novo): 1,5%
- Jair Bolsonaro* (PL): 1,0%
- Augusto Cury (Avante): 0,6%
- Ciro Gomes (PSDB): 0,4%
- Samara Martins (UP): 0,3%
- Cabo Daciolo (Mobiliza): 0,3%
- Marina Silva (Rede): 0,1%
- Outros: 0,8%
- Ninguém/Branco/Nulo: 4,5%
- Não sabe: 27,7%
*Jair Bolsonaro está inelegível até 2030 após condenação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.
Lula também lidera o cenário estimulado
- Lula (PT): 43,0%
- Flávio Bolsonaro (PL): 35,0%
- Ronaldo Caiado (PSD): 5,7%
- Renan Santos (Missão): 4,7%
- Romeu Zema (Novo): 2,6%
- Augusto Cury (Avante): 1,7%
- Cabo Daciolo (Mobiliza): 0,6%
- Samara Martins (UP): 0,3%
- Edmilson Costa (PCB): 0,2%
- Hertz Dias (PSTU): 0,1%
- Rui Costa Pimenta (PCO): 0,1%
- Ninguém/Branco/Nulo: 2,0%
- Não sabe: 4,0%
Segundo turno para presidente pelo Meio/Ideia
Foram simulados quatro cenários de segundo turno pelo instituto Ideia, todos com a presença de Lula.
Lula x Flávio Bolsonaro
- Lula (PT): 48,5%
- Flávio Bolsonaro (PL): 43,0%
- Branco/Nulo: 4,0%
- Não sabe: 4,5%
Lula x Renan Santos
- Lula (PT): 48,0%
- Renan Santos (Missão): 34,7%
- Branco/Nulo: 10,3%
- Não sabe: 6,9%
Lula x Romeu Zema
- Lula (PT): 48,5%
- Romeu Zema (Novo): 37,0%
- Branco/Nulo: 8,5%
- Não sabe: 6,0%
Lula x Ronaldo Caiado
- Lula (PT): 48,5%
- Ronaldo Caiado (PSD): 40,0%
- Branco/Nulo: 7,0%
- Não sabe: 4,5%
Pesquisa de rejeição para presidente em 2026
O Instituto Meio perguntou aos entrevistados em quem não votariam de jeito nenhum para presidente.
- Flávio Bolsonaro (PL): 48,0%
- Lula (PT): 47,4%
- Romeu Zema (Novo): 14,6%
- Ronaldo Caiado (PSD): 13,9%
- Cabo Daciolo (Mobiliza): 13,7%
- Renan Santos (Missão): 13,5%
- Rui Costa Pimenta (PCO): 12,9%
- Samara Martins (UP): 10,7%
- Hertz Dias (PSTU): 10,1%
- Augusto Cury (Avante): 9,9%
- Edmilson Costa (PCB): 9,8%
- Não rejeita ninguém: 1,3%
- Não sabe: 2,9%
Metodologia: 1.500 entrevistados pelo instituto Ideia de 31 de julho a 3 de agosto de 2026. A pesquisa foi contratada pelo Canal Meio S.A.. Nível de confiança: 95%. Margem de erro: 2,5 pontos percentuais. Registro no TSE nº BR-04579/2026.
Por que a Gazeta do Povo publica pesquisas eleitorais
A Gazeta do Povo publica há anos todas as pesquisas de intenção de voto realizadas pelos principais institutos de opinião pública do país. As pesquisas de intenção de voto fazem uma leitura de momento, com base em amostras representativas da população.
Métodos de entrevistas, composição e número da amostra e até mesmo a forma como uma pergunta é feita são fatores que podem influenciar no resultado. Por isso é importante ficar atento às informações de metodologias, encontradas no fim das matérias da Gazeta do Povo sobre pesquisas eleitorais.
Pesquisas publicadas nas eleições de 2022, por exemplo, apontaram discrepâncias relevantes em relação ao resultado apresentado na urna. Feitos esses apontamentos, a Gazeta do Povo considera que as pesquisas eleitorais, longe de serem uma previsão do resultado das eleições, são uma ferramenta de informação à disposição do leitor, já que os resultados divulgados têm potencial de influenciar decisões de partidos, de lideranças políticas e até mesmo os humores do mercado financeiro.








