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O triatleta sul-africano Mhlengi Gwala, de 26 anos | /Reprodução
O triatleta sul-africano Mhlengi Gwala, de 26 anos| Foto: /Reprodução

O triatleta sul-africano Mhlengi Gwala, de 26 anos, foi atacado na terça-feira (6), durante seu treinamento na cidade de Durban, África do Sul. De acordo com a emissora britânica BBC, ele estava em sua bicicleta, quando foi abordado por dois homens. O atleta entregou seus pertences, mas não satisfeitos, os assaltantes o levaram para um arbusto ao lado da rua e começaram a cortar suas pernas com um serrote.

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Gwala andava de bicicleta (uma das provas que fazem parte do triatlo) quando foi atacado, contou Dennis Jackson, diretor do programa de atletas de elite para a província de KwaZulu-Natal. Os três homens não pretendiam roubá-lo, pois nada foi furtado, mas sim cortar-lhe as pernas com um serrote. Começaram pela perna direita e só pararam quando chegaram ao osso e não conseguiram continuar e foi então que começaram a serrar a perna esquerda do atleta. Nesta altura, avistaram alguém e fugiram.

Atleta se recupera em hospital de Durban, África do Sul. Reprodução

Gwala se arrastou até a rua, até que foi resgatado por um motorista que passou pelo local e o levou ao hospital. O sul-africano não corre mais risco de perder a vida e nem amputar uma das pernas, apesar dos cortes profundos, rompendo uma artéria e chegando até o osso. Os médicos estão otimistas com a recuperação de Gwala. A tentativa é salvar um dos membros. O jovem já recuperou a sensação no pé direito, o que tem a equipe médica otimista sobre suas chances de recuperação.

O site sul-africano backabuddy criou uma página com o título “Coloque Mhlengi de volta em sua bicicleta”, para que pessoas possam doar dinheiro para ajudar no tratamento do atleta.

Não existe ainda uma explicação para o ataque de que o atleta foi alvo, mas um roubo não parede ter sido o motivo: Gwala ofereceu o celular , a carteira e a bicicleta aos assaltantes, mas estes recusaram.

O triatleta Henri Schoeman, que ganhou a medalha de bronze para a África do Sul nas Olimpíadas de Rio de Janeiro, em 2016, comentou o ataque no Twitter, que descreveu como “absolutamente nojento” e questionou sobre a segurança das estradas na África do Sul.

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