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Copa do Brasil

Ex-Athletico e Inter, Perdigão analisa final e espera por gols

  • PorLara Mota, especial para a Gazeta do Povo
  • 09/09/2019 20:00
Perdigão avalia a final da Copa do Brasil entre Athletico x Internacional
Perdigão avalia a final da Copa do Brasil entre Athletico x Internacional| Foto: Reprodução/Instagram

Perdigão é um dos nomes mais folclóricos do futebol brasileiro, pela irreverência e pelo estilo raiz. Mas a história dele no Athletico e no Internacional vai além do personagem.

O ex-meia jogou no Furação em duas oportunidades: nas temporadas de 1997 e 98 e no ano 2000. Teve vínculo com o clube até 2004 e chegou ao Colorado em 2005, entrando para a história junto com o elenco campeão mundial em 2006.

Hoje o ex-jogador mora em Curitiba, joga no time máster do Athletico e viaja o país em eventos ligados ao Inter.

A final da Copa do Brasil é um daqueles momentos em que não dá para revelar a torcida por ninguém. "Os dois chegam com 50% de chances de ser campeão", diz Perdigão. "Não é ficar em cima do muro, mas tenho carinho pelos dois. Sou de Curitiba, fui novo para o Athletico, aprendi muito lá. Mas em termos de jogo, de clube, onde eu apareci mais foi no Inter", completa.

Os números comprovam. Com a camisa do Furacão, foram 20 jogos, três gols e um título Paranaense em 1998. No Colorado, foram 72 partidas, um gol, e dois vice-campeonatos brasileiros (2005 e 2006), o título da Libertadores (2006), o Mundial de Clubes da FIFA (2006) e a Recopa Sul-Americana (2007).

"Se eu não ganho o que eu ganhei no Inter eu seria só mais um jogador, porque o que conta é o titulo. Tem um monte de jogador bom que não ganhou nada. O que deixa marcado para sempre é o titulo. Se eu não tivesse ganho seria só mais um para as estatísticas", enfatiza.

Hoje ele tem amigos nos dois clubes, mas mantém um contato maior com os ex-companheiros de Athletico que jogam com ele no time máster.

Time que tem Perdigão, Gabiru, Paulo Miranda, Marcão, Nem, Rogério Corrêa, Cocito, Gustavo, Clóvis, Paulinho, Guni, Leomar, entre outros. "Eu tenho ficado no banco. Calor danado, vou jogar para quê? (Risos) Eu vou fazer foto e dar risada, a gente vai para se divertir!", conta o meia.

"No Inter a gente tem grupo de Whatsapp, se encontra às vezes. Tem grupo do Athletico também. Só resenha. E eu vou falar nos dois: que vença o melhor", revela. Destaque para a relação com Adriano Gabiru, parceiro de eventos e amigo pessoal, a quem Perdigão chama de "matador de Barça", pelo gol marcado contra o Barcelona na final do Mundial de Clubes de 2006.

Gabiru e Perdigão jogaram juntos nos dois times e mantêm a amizade. Foto: Reprodução Instagram.
Gabiru e Perdigão jogaram juntos nos dois times e mantêm a amizade. Foto: Reprodução Instagram.

"A amizade começou na época do Athletico e se fortaleceu no Inter. Depois a gente se afastou um pouco e se reaproximou com os eventos do Internacional. É meu irmão. E ainda mete uns gols nos nossos jogos."

Análise da final

Com experiência vestindo as duas camisas, ele analisa os momentos de Athletico e Inter. "Os dois chegam bem à final, depois de ter passado por Grêmio e Cruzeiro, os dois maiores vencedores dessa competição. Cada um com seu estilo, mas jogam parecido, marcam forte e quando têm a posse de bola saem rápido. Só o fato de chegarem à final tão bem, já saem fortalecidos", afirma.

Confira o vídeo:

Perguntado se ele vê algum jogador com características parecidas com as dele nos dois times, Perdigão é rápido na resposta:

"Não tem ninguém parecido com o meu estilo de jogar. Eu era mais cadenciador, passador. Hoje em dia é difícil ter um passe de 30 metros, uma inversão como eu fazia. Hoje não tem, os caras carregam mais a bola ou fazem ligação direta. O futebol mudou, os times mudaram muito, o tempo passou e agora é só saudade", analisa.

O ex-jogador não vai ao estádio assistir à primeira partida, nesta quarta-feira (09), quando o Athletico recebe o Internacional às 21h30 na Arena da Baixada. Vai assistir do sofá de casa. "O pessoal quer ir em um bar ver o jogo, mas prefiro ficar de boa, em casa. Vou abrir uma (cerveja) para comemorar por quem ganhar", diz.

Mas, segundo ele, o clima do estádio é um ingrediente a mais a favor do Furacão. "Quando chega nesse momento é Caldeirão, a torcida empurra. No Athletico a acústica é muito maior, a torcida faz uma barulheira danada, e quando empurra faz a diferença", diz, revelando ter boas lembranças de momentos em que o "caldeirão" intimidou os adversários e incentivou o Rubro-negro.

"Desde que eu cheguei sempre empurrou o time. A caveirona louca é fera! Sempre foi contagiante."

O que ele diria para dois times antes da final? "Que vença o melhor! Que cada um mostre que chegou por mérito e que possam fazer dois grandes jogos, do tamanhos dos dois times. Eu não imagino dois jogos 0 a 0", conclui.

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Próximos jogos do Athletico

  • Athletico x Inter - 11/9 - 21h30 - Final Copa do Brasil
  • Athletico x Avaí - 15/9, 16h - Brasileirão
  • Inter x Athletico - 18/9 - 21h30 - Final Copa do Brasil
  • Vasco x Athletico - 22/9, 16h - Brasileirão
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