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Para boa parte da delegação brasileira que viaja a Roma nesta semana para o Mundial de Esportes Aquáticos de 2009, competir na capital italiana será uma volta às origens. Cielo, Molina, Bertoluzzi, Canetti e Salatta são alguns dos sobrenomes que sinalizam a descendência italiana na equipe verde-amarela.

O campeão olímpico nos 50m César Cielo é um dos atletas que têm família na Itália.

"Meus bisavôs eram italianos e foram para o Brasil. A família do meu pai - os Cielo - veio de Sovizzo, no norte, e a família da minha mãe - os Valério - veio de Veneza. Nunca tivemos contato com os parentes que ficaram na Itália", contou.

Fabiola Molina tem uma relação bem mais próxima com o país europeu. Desde 2005, a nadadora passa temporadas na Itália. Ela já esteve em Lignano Sabbiadoro, San Marino e Ispra e sempre lembra as origens de seu tataravô.

"Eles eram de Villa Poma, em Mantova. Na década de 1920, meu tataravô importava da Itália 200 litros de vinho em tonéis e os italianos que vieram para São José dos Campos (SP) se reuniam à noite para conversar, jogar baralho e beber. Adoro a Itália, as pessoas, a comida, a cultura e a beleza. Amo Roma e a considero a cidade mais linda do mundo", afirmou.

Estreante na seleção principal de natação do Brasil, Ana Carvalho tem toda a família materna descendente de italianos. A nadadora está, inclusive, em processo de aquisição da cidadania do país. Assim como ela, Fernando Silva não tem no sobrenome a informação sobre a origem europeia, mas possui uma relação forte com a Itália. O nadador nasceu em Roma e passou seus primeiros seis meses de vida por lá, quando o pai fazia um mestrado em Engenharia Nuclear.

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