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Paranaense

Atlético dá crédito de confiança a Branquinho

Interdição pela tevê -A interdição do Estádio José Chiapin por causa das más condições do grama­­do provocou reação do Arapongas. O clube reclamou que a medida foi toma­­da sem uma análise in loco da Federação Paranaense de Futebol. “É uma pe­­na que não fizeram uma vistoria para definir isso. A FPF recebeu todos os lau­­dos e havia liberado. Tínhamos vendido mais de 6 mil ingressos para empre­­sas e a casa estaria cheia”, lamentou o dirigente. A FPF confirmou que a inter­­di­­ção foi via tevê. “Havíamos pedido o corte da grama e não foi feito. Não fo­­mos informados daquela quantidade de areia no campo. As imagens dizem tudo”, disse o diretor de vistorias da FPF, o engenheiro Reginaldo Cordeiro.  Ontem, funcionários ainda trabalhavam na recuperação do gramado. | Delair Garcia
Interdição pela tevê -A interdição do Estádio José Chiapin por causa das más condições do grama­­do provocou reação do Arapongas. O clube reclamou que a medida foi toma­­da sem uma análise in loco da Federação Paranaense de Futebol. “É uma pe­­na que não fizeram uma vistoria para definir isso. A FPF recebeu todos os lau­­dos e havia liberado. Tínhamos vendido mais de 6 mil ingressos para empre­­sas e a casa estaria cheia”, lamentou o dirigente. A FPF confirmou que a inter­­di­­ção foi via tevê. “Havíamos pedido o corte da grama e não foi feito. Não fo­­mos informados daquela quantidade de areia no campo. As imagens dizem tudo”, disse o diretor de vistorias da FPF, o engenheiro Reginaldo Cordeiro. Ontem, funcionários ainda trabalhavam na recuperação do gramado. (Foto: Delair Garcia)

Mesmo com todas as especulações envolvendo Bran­­quinho nos últimos dias, o jogador prepara seu retorno ao time em uma semana. Dado como "moeda de troca", o meia espera aproveitar agora uma segunda chance no Rubro-Negro.

Parado desde a derrota para o Rio Branco, no dia 23 de fevereiro, no Acre, recuperando-se de uma lesão muscular, o meia voltou a correr ontem. Se­­gundo a diretoria, é o primeiro passo para a recuperação física e mental do atleta.

Sem ter mostrado um bom fu­­tebol nesta temporada, Bran­qui­nho chegou a ser cotado em uma negociação com a Portuguesa, em troca do meia Héverton, a contratação mais recente do Atlético. Mas ele não quis ir. O mesmo ocorre com o Atlético-GO, que ainda aguarda o meia como alternativa para liberar o volante Robs­­ton.

O diretor de futebol Valmor Zimmermann endossa o voto de confiança no jogador, que tem contrato até o fim do próximo ano. "O Branquinho falou para a gente que quer permanecer e mostrar que realmente foi uma fase ruim. Todo mundo sabe que ele é bom jogador", ressaltou.

De acordo com o dirigente, questões externas teriam atrapalhado. "Ele me contou que teve problemas pessoais, mas que está tudo superado", complementou Zimmermann. A reportagem não conseguiu contato com Bran­­quinho.

Com a chegada de Madson, o ex-jogador do Santo André foi um dos que mais perdeu espaço. O então técnico Sérgio Soares até tentou escalar os três meias – incluindo Paulo Baier –, mas não deu certo. Mesmo assim, o atleta participou das seis partidas sob o comando do ex-treinador, apesar de só ter jogado uma inteira.

Quando o interino Leandro Niehues assumiu, Bran­­qui­­nho chegou a não ficar nem no banco de reservas – tendo uma participação parcial apenas contra o Paranavaí e no seu último jogo, no Acre.

Robston

Mesmo sem Branquinho co­­mo moeda de troca, o Atlético segue negociando para ter o volante. A diretoria espera um contato do Atlético-GO para mandar um re­­presentante negociar diretamente em Goiânia.

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