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Copa do Brasil

Atlético toma do próprio veneno na final da Copa do Brasil

Contra-ataque aos 42 minutos do segundo tempo, puxado por Paulinho e finalizado por Elias, acaba com o sonho do título nacional do Furacão

Paulo Baier põe a mão na cabeça: Flamengo decidiu o título nos minutos finais | Jonathan Campos / Agência de Notícias Gazeta do Povo
Paulo Baier põe a mão na cabeça: Flamengo decidiu o título nos minutos finais (Foto: Jonathan Campos / Agência de Notícias Gazeta do Povo)
Hernane (esq.) e Amaral fazem festa com o troféu da Copa do Brasil: futebol paranaense amarga o terceiro vice seguido |

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Hernane (esq.) e Amaral fazem festa com o troféu da Copa do Brasil: futebol paranaense amarga o terceiro vice seguido

Jogadores do Flamengo comemoram o gol de Hernane, o segundo da partida, desolando o time atleticano |

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Jogadores do Flamengo comemoram o gol de Hernane, o segundo da partida, desolando o time atleticano

Torcedor atleticano fica aflito com os gols sofridos nos minutos finais que custaram o título |

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Torcedor atleticano fica aflito com os gols sofridos nos minutos finais que custaram o título

Marcelo e André Santos dividem a bola na decisão da Copa do Brasil |

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Marcelo e André Santos dividem a bola na decisão da Copa do Brasil

Zezinho rouba a bola do flamenguista Hernane |

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Zezinho rouba a bola do flamenguista Hernane

Marcelo tenta passar pela marcação do Flamengo na decisão |

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Marcelo tenta passar pela marcação do Flamengo na decisão

A proximidade do Natal também influenciou a indumentária de alguns torcedores |

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A proximidade do Natal também influenciou a indumentária de alguns torcedores

Não faltaram provocações ao rival Coritiba |

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Não faltaram provocações ao rival Coritiba

Primeiro tempo foi bastante truncado no Maracanã |

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Primeiro tempo foi bastante truncado no Maracanã

Torcedor atleticano desfralda bandeira no Maracanã |

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Torcedor atleticano desfralda bandeira no Maracanã

Weverton parte para fazer a defesa em lance disputado por André Santos e Manoel |

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Weverton parte para fazer a defesa em lance disputado por André Santos e Manoel

Vagner Mancini gesticula na beira do gramado: jogo nervoso no Rio |

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Vagner Mancini gesticula na beira do gramado: jogo nervoso no Rio

Weverton gesticula com Juninho: volante voltou a ser usado na lateral-direita |

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Weverton gesticula com Juninho: volante voltou a ser usado na lateral-direita

Felipe divide a bola com o flamenguista Luiz Antonio |

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Felipe divide a bola com o flamenguista Luiz Antonio

Jogadores atleticanos lamentam o gol de Elias, o primeiro da partida |

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Jogadores atleticanos lamentam o gol de Elias, o primeiro da partida

Gols flamenguistas baquearam o torcedor atleticano |

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Gols flamenguistas baquearam o torcedor atleticano

Weverton busca a bola no fundo do gol: goleiro atleticano foi vencido por duas vezes nos minutos finais |

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Weverton busca a bola no fundo do gol: goleiro atleticano foi vencido por duas vezes nos minutos finais

Torcedor atleticano viu otimismo se desmontar em dois contra-ataques do time carioca |

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Torcedor atleticano viu otimismo se desmontar em dois contra-ataques do time carioca

Léo Moura levanta a taça de campeão da Copa do Brasil: título vem com placar agregado de 3 a 1 |

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Léo Moura levanta a taça de campeão da Copa do Brasil: título vem com placar agregado de 3 a 1

O Atlético do contra-ataque mortal viu o segundo título nacional da sua história, a inédita Copa do Brasil, acabar exatamente na sua maior arma. Aos 42 minutos do segundo tempo, quando ao Furacão só interessava atacar para buscar o gol, Paulinho puxou um contra-ataque, Weverton operou o terceiro milagre da noite e Elias, no lance seguinte, mandou para a rede. Era o gol do tricampeonato da Copa do Brasil. O gol do terceiro brasileiro classificado à Libertadores-2014. O gol do primeiro clube campeão do novo Maracanã. O terceiro vice-campeonato seguido do futebol paranaense no torneio. Aos 49, Hernane carimbou a conquista, em outro contragolpe: 2 a 0 Flamengo.

O Maracanã totalmente rubro-negro, com quase 70 mil pessoas, terminou a noite em festa. A maioria comemorando o título. Os mais de 6 mil atleticanos que invadiram o Rio de Janeiro permaneceram, quase todos, no seu setor do estádio, esperando a aproximação do time para receber o aplauso. Uma demonstração de orgulho pela campanha do time que saiu da Série B para chegar à final da Copa do Brasil e fixar-se no topo do Brasileirão.

"É chegar no vestiário e levantar a cabeça de todo mundo. Estamos bem no Brasileiro. Vamos buscar nossa vaga, o torcedor merece", afirmou Paulo Baier. "Saímos com alma vencedora. A gente está de parabéns. Ficamos entre os dois melhores nas duas competições", reforçou Zezinho.

Foi um ponto comum no discurso atleticano. Outro foi o de que o título escapou na Vila Capanema, com o empate por 1 a 1, no jogo de ida. Uma verdade incompleta. Pior do que a igualdade foi carregar para o Maracanã a perda de Everton, suspenso. Problema agravado pela solução adotada por Vagner Mancini, a escalação de Felipe.

O meia não conseguiu dar ao time uma alternativa ofensiva à velocidade do Atlético. Também não ajudou na marcação do frágil lado esquerdo da defesa do Furacão, em que Pedro Botelho, novamente, perdeu feio para Léo Moura. O Atlético melhorou no segundo tempo com a entrada de Dellatorre. Equilibrou o jogo. Pressionou. Teve oportunidades mais no abafa do que na organização. Sofreu o castigo justo para quem, na soma das duas partidas, foi pior.

O foco se ajusta para o Brasileiro. Domingo, contra o Santos. No outro fim de semana, contra o Vasco. Dois jogos para o Atlético garantir a vaga na Libertadores que construiu ao longo de uma das melhores e mais surpreendentes temporadas da sua história.

Flamengo 2x0 Atlético

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