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Paulo Baier põe a mão na cabeça: Flamengo decidiu o título nos minutos finais | Jonathan Campos / Agência de Notícias Gazeta do Povo
Paulo Baier põe a mão na cabeça: Flamengo decidiu o título nos minutos finais| Foto: Jonathan Campos / Agência de Notícias Gazeta do Povo

Em alta

• Jayme de Almeida: O técnico flamenguista ergueu um time que parecia morto. Perto da zona do rebaixamento no Brasileirão, Jayme de Almeida tirou o perigo da queda e catapultou o Rubro-Negro carioca na Copa do Brasil. Discreto e muito identificado com o clube – foi jogador na Gávea na década de 70 –, levou uma equipe desacreditada ao título.

Em baixa

• Vagner Mancini: Foi bem até a final. Na hora da decisão, errou. Não conseguiu fazer o time sair em vantagem na partida de ida e no Maracanã falhou logo na escalação, ao apostar em Felipe no meio de campo. Não funcionou e precisou desajeitar a equipe no segundo tempo para tentar fazer o gol que daria o título.

  • Hernane (esq.) e Amaral fazem festa com o troféu da Copa do Brasil: futebol paranaense amarga o terceiro vice seguido
  • Jogadores do Flamengo comemoram o gol de Hernane, o segundo da partida, desolando o time atleticano
  • Torcedor atleticano fica aflito com os gols sofridos nos minutos finais que custaram o título
  • Marcelo e André Santos dividem a bola na decisão da Copa do Brasil
  • Zezinho rouba a bola do flamenguista Hernane
  • Marcelo tenta passar pela marcação do Flamengo na decisão
  • A proximidade do Natal também influenciou a indumentária de alguns torcedores
  • Não faltaram provocações ao rival Coritiba
  • Primeiro tempo foi bastante truncado no Maracanã
  • Torcedor atleticano desfralda bandeira no Maracanã
  • Weverton parte para fazer a defesa em lance disputado por André Santos e Manoel
  • Vagner Mancini gesticula na beira do gramado: jogo nervoso no Rio
  • Weverton gesticula com Juninho: volante voltou a ser usado na lateral-direita
  • Felipe divide a bola com o flamenguista Luiz Antonio
  • Jogadores atleticanos lamentam o gol de Elias, o primeiro da partida
  • Gols flamenguistas baquearam o torcedor atleticano
  • Weverton busca a bola no fundo do gol: goleiro atleticano foi vencido por duas vezes nos minutos finais
  • Torcedor atleticano viu otimismo se desmontar em dois contra-ataques do time carioca
  • Léo Moura levanta a taça de campeão da Copa do Brasil: título vem com placar agregado de 3 a 1

O Atlético do contra-ataque mortal viu o segundo título nacional da sua história, a inédita Copa do Brasil, acabar exatamente na sua maior arma. Aos 42 minutos do segundo tempo, quando ao Furacão só interessava atacar para buscar o gol, Paulinho puxou um contra-ataque, Weverton operou o terceiro milagre da noite e Elias, no lance seguinte, mandou para a rede. Era o gol do tricampeonato da Copa do Brasil. O gol do terceiro brasileiro classificado à Libertadores-2014. O gol do primeiro clube campeão do novo Maracanã. O terceiro vice-campeonato seguido do futebol paranaense no torneio. Aos 49, Hernane carimbou a conquista, em outro contragolpe: 2 a 0 Flamengo.

O Maracanã totalmente rubro-negro, com quase 70 mil pessoas, terminou a noite em festa. A maioria comemorando o título. Os mais de 6 mil atleticanos que invadiram o Rio de Janeiro permaneceram, quase todos, no seu setor do estádio, esperando a aproximação do time para receber o aplauso. Uma demonstração de orgulho pela campanha do time que saiu da Série B para chegar à final da Copa do Brasil e fixar-se no topo do Brasileirão.

"É chegar no vestiário e levantar a cabeça de todo mundo. Estamos bem no Brasileiro. Vamos buscar nossa vaga, o torcedor merece", afirmou Paulo Baier. "Saímos com alma vencedora. A gente está de parabéns. Ficamos entre os dois melhores nas duas competições", reforçou Zezinho.

Foi um ponto comum no discurso atleticano. Outro foi o de que o título escapou na Vila Capanema, com o empate por 1 a 1, no jogo de ida. Uma verdade incompleta. Pior do que a igualdade foi carregar para o Maracanã a perda de Everton, suspenso. Problema agravado pela solução adotada por Vagner Mancini, a escalação de Felipe.

O meia não conseguiu dar ao time uma alternativa ofensiva à velocidade do Atlético. Também não ajudou na marcação do frágil lado esquerdo da defesa do Furacão, em que Pedro Botelho, novamente, perdeu feio para Léo Moura. O Atlético melhorou no segundo tempo com a entrada de Dellatorre. Equilibrou o jogo. Pressionou. Teve oportunidades mais no abafa do que na organização. Sofreu o castigo justo para quem, na soma das duas partidas, foi pior.

O foco se ajusta para o Brasileiro. Domingo, contra o Santos. No outro fim de semana, contra o Vasco. Dois jogos para o Atlético garantir a vaga na Libertadores que construiu ao longo de uma das melhores e mais surpreendentes temporadas da sua história.

Flamengo 2x0 Atlético

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