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Copa das confederações

Brasil aniquila Itália em 45 minutos

Maicon, lateral-direito da Inter de Milão, consola Buffon, goleiro da Juventus: as traves do italiano evitaram uma goleada ainda maior | Vincenzo Pinto/AFP
Maicon, lateral-direito da Inter de Milão, consola Buffon, goleiro da Juventus: as traves do italiano evitaram uma goleada ainda maior (Foto: Vincenzo Pinto/AFP)
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Pretória - A seleção brasileira precisou de apenas 45 minutos para dar uma dura lição aos atuais campeões mundiais. Os 3 a 0 ficaram baratos para a Azzurra, que só não levou mais dois gols por causa das traves do goleiro Buffon.

Com as presenças do meia Ramires e do lateral-esquerdo André Santos, que ganharam a posição de Elano e Kléber, respectivamente, o time do Brasil voou no primeiro tempo. Foram 45 minutos irrepreensíveis. Nenhum jogador esteve fora do compasso. Não faltou sintonia na hora de dar o bote, roubar a bola e dar partida aos contra-ataques mortais de Kaká, Robinho e Luís Fabiano.

Logo aos 5 minutos de jogo, Luís Fabiano deu lindo passe pela direita para Ramires, que chutou a bola na trave do goleiro Buffon. Depois, aos 32, o zagueiro Lúcio também mandou a bola na trave italiana. Enquanto isso, a Itália nem ameaçava o brasileiro Júlio César.

Assim, o gol brasileiro acabou saindo aos 36 minutos. Na jogada, o lateral-direito Maicon dominou a bola no peito, caminhou para a entrada da área e chutou rasteiro. Luís Fabiano, então, interceptou a bola no meio do caminho e abriu o placar.

Aos 42 minutos, numa bela jogada de Kaká e Robinho, a bola sobrou para Luís Fabiano, que não perdoou: 2 a 0. Foi o terceiro gol do atacante brasileiro na Copa das Confederações, igualando-se aos espanhóis David Villa e Fernando Torres na artilharia.

Ainda no primeiro tempo, o Brasil conseguiu ampliar. Num contra-ataque aos 44 minutos, diante da bobeira da defesa italiana, Robinho partiu para a área e cruzou. O zagueiro Dossena deu um carrinho e interceptou o cruzamento, mandando para o fundo das próprias redes: gol contra.

No segundo tempo, as mudanças promovidas por Marcello Lippi deram novo gás aos italianos. O Brasil reduziu o ritmo naturalmente. Não precisava de muito esforço para manter a goleada desenhada na primeira etapa.

Craque

Luís Fabiano

Apareceu mais do que nos outros jogos e teve faro de matador em dois lances.

Bonde

Dossena

Fez um gol contra ridículo e deu um carrinho insano no lance do segundo gol brasileiro.

Guerreiro

Felipe Mello

Está cada dia mais fixado como titular absoluto no time de Dunga.

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