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Intervalo

Caro?

Uma reengenharia numérica possibilitou ao Atlético publicar uma nota em seu site oficial defendendo que os preços dos ingressos na Arena estão na média do país. Para tanto, o clube usou como exemplo o valor das entradas mais caras em diversos estádios, como os R$ 100 que chegaram a ser cobrados pelo Coritiba nas sociais. Porém "esqueceu" de colocar na conta os ingressos mais baratos. Em 2006 o Rubro-Negro cobrou de R$ 25 a R$ 60 na Baixada.

Homem-forte – Sem querer, o técnico Vadão deu mostras numa entrevista durante a semana de como a ordem hierárquica é invertida no Atlético. Ao explicar que esperava Mário Celso Petraglia voltar de São Paulo para bater o martelo sobre planejamento para 2007, ele deixou escapar: "O presidente que eu falo é o do Conselho Deliberativo (Mário Celso Petraglia). Com o (presidente do Conselho Gestor, João Augusto) Fleury temos nos reunido quase todos os dias."

Reprovado – Candidato derrotado na "interminável" eleição do Coritiba, Tico Fontoura reprovou a contratação de Gilberto Pereira para a próxima temporada. "É uma figura admirável, mas não serve para o nosso clube", afirmou ao site da Placar. Tico, porém, não apontou um nome mais adequado ao clube.

Contra-ataque – Giovani Gionédis enviou aos 603 sócios do Coritiba um dossiê no qual se defende das acusações da oposição alviverde. No documento, o presidente desafia o Conselho Deliberativo a apresentar o resultado da perícia da assinatura de Evangelino Neves na lista de presença da eleição do ano passado.

No alvo – Gionédis também faz sérias acusações a Jacob Mehl e André Macias, da linha de frente da oposição. Mehl ele acusa de ter deixado uma dívida de US$ 140 mil da compra do atacante Sinval junto ao Lugano, da Suíça. Já a acusação a Macias é de uma suposta venda superfaturada de passagens aéreas para o clube.

Bem cotado – Marcelo Bonan, contratado para defender o gol do Coritiba em 2007, foi eleito pela Futebol Brasil Associados, que reúne parte dos clubes da Série B, o melhor goleiro da Segundona deste ano.

Bomba – Na sexta-feira, enquanto respondia perguntas sobre a provável saída do técnico Caio Júnior para o Palmeiras, o presidente do Paraná, José Carlos de Miranda, revelou que o técnico está saindo bravo e pretendia revelar os motivos na entrevista coletiva de terça-feira. "Pode ser até com gente da imprensa."

Não é bem assim – Na seqüência da conversa o dirigente acabou entregando que Caio nunca engoliu a pressão exercida por setores da diretoria e da parceira LA Sports para derruba-lo após a série de cinco derrotas que o Paraná teve no Brasileiro e na Sul-Americana. "Ele chegou a colocar o cargo à disposição e eu não aceitei", conta.

Paratiba – Contratado pelo Coritiba, o zagueiro Ozéia, ex-Santo André, estava na lista de possíveis reforços do Paraná. Will Rodrigues, que foi olheiro do Tricolor, tomou à frente do seu antigo parceiro de negociações Vavá Ribeiro e levou o jogador para o Alto da Glória.

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