Quando o jogo transcorre normal e a figura do árbitro passa despercebida pela ausência de qualquer irregularidade em campo fora, na arquibancada sempre ocorrem fatos desagradáveis. Aconteceu domingo, durante o jogo Umuarama 0, Prudentópolis 1, pela Série Prata, quando o presidente do Umuarama, Wágner Peixoto, recebeu voz de prisão após discutir com torcedores. O dirigente deixou o setor do estádio onde estava acompanhado de policiais, mas foi liberado ao chegar ao portão de entrada.
"Não aconteceu nada que merecesse intervenção policial porque não houve desacato a ninguém", esclareceu Marcelo Júnior, diretor do Umuarama. Foi apenas um ato isolado entre torcedores e Wágner, não envolvendo trio de arbitragem, que aliás, fez um trabalho correto. "No campo não houve nada. Passei entre os torcedores, alguns tristes pela má campanha, mas conformados com o placar", disse Henrique Triches, árbitro da partida. (AR)



