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Time de Florianópolis segue tentando contratar o paranaense Giba nesta temporada | Jonathan Campos / Gazeta do Povo
Time de Florianópolis segue tentando contratar o paranaense Giba nesta temporada| Foto: Jonathan Campos / Gazeta do Povo

Líder da Superliga Masculina de Vitória, com 13 vitórias em 14 jogos, o Cimed/Florianópolis trabalha fora de quadra para contar, a partir da temporada 2009/2010, com o maior nome do vôlei mundial na atualidade. O ponteiro brasileiro Giba, atualmente no Iskra Odinstovo, da Rússia, é assediado pelo clube catarinense há quase um ano.

A investida mais recente foi feita pelo ex-jogador e ex-técnico Renan Dal Zotto, recém-contratado como diretor de projetos esportivos do Grupo Cimed, do ramo farmacêutico. Ele conversou por telefone com o empresário de Giba, Jorge Assef, para negociar a contratação.

O ponteiro tem contrato até março de 2010 com o Iskra Odinstovo, que é mantido por um banco russo. A equipe que quiser tirar Giba do frio russo terá de pagar uma multa rescisória milionária, cujo valor Jorge Assef se recusa a revelar. "Vôlei não é igual ao futebol, em que as negociações são abertas à imprensa", justificou o empresário.

A cada ano, o valor da multa diminui, chegando a ser "irrisório", segundo Jorge Assef, às vésperas do término do contrato. O que aumenta o número de interessados. Daqui a dez dias, o empresário e Giba se encontrarão na gélida Odinstovo, na região de Moscou, para conversar sobre o futuro.

E Jorge Assef assegura que a oferta dos catarinenses não será o assunto principal. "Não vamos falar só de propostas, até porque há mais quatro equipes interessadas. Vamos tratar de tudo, inclusive de assuntos pessoais. Giba disse que me pagaria um jantar", afirmou o empresário. "Só posso dizer que a chance de Giba continuar no Iskra é de 80%."

Renan, que já foi empresariado por Jorge Assef, sabe que o Florianópolis não está sozinho na disputa para contar com o craque. "Qual o time no mundo não gostaria de contar com Giba? A concorrência é grande e a vontade do atleta deve ser respeitada, neste caso", revelou o agora dirigente.

Segundo Renan, a equipe de Santa Catarina arrumaria parceiros para arcar com a rescisão contratual. "A equação para trazer o Giba exige uma série de parcerias, porque não é só um projeto para o time de vôlei, mas um negócio de marketing", afirmou.

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