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Apesar da bonita jogada que resultou no gol com estilo de Alex, o campeão do Primeiro Turno não derrotou o instável Operário. Foi o lado negativo do início do returno do campeonato Estadual.

O Paraná conseguiu vitória reabilitadora contra o Nacional, em Rolândia. Com esse mesmo jogo, o Tricolor quebrou a maldição que o perseguiu em jogos fora de casa na primeira fase, graças ao gol que surgiu de lance trabalhado por Reinaldo, colocando a bola para a chegada de qualidade de Ricardo Conceição.

O Jotinha começa bem derrotando o Paranavaí, apostando no futuro com confiança e disposição de conquistar resultados que o qualifiquem em busca de regularidade.

Mais uma vez o Londrina mostrou fragilidade emocional com a expulsão do atacante Celsinho, logo no começo da partida. Ainda assim conseguiu um bom resultado.

O Atlético foi ao limite para derrotar o fraco Rio Branco por 2 a 1.

Nada de novo

A declaração do influente Luciano Bivar, uma espécie de imperador do Sport, sobre o lobby feito para aconvocação do ex- jogador Leomar para a seleção brasileira não me causa espanto. Já escrevi mais de uma vez que o futebol está vivendo os estertores do encanto.

Não é um problema exclusivo do Brasil. A Europa tem os resultados manipulados, transações mal explicadas e, no centro do furacão, a Fifa, com os escândalos que todos conhecemos.

Estamos vivendo no fundo do poço da imoralidade.

Um torcedor do Corinthians dispara um sinalizador naval contra a torcida boliviana e mata um garoto de 14 anos. Ao ser derrotado em Buenos Aires, o time do Palmeiras é covardemente agredido por torcedores selvagens, do próprio clube.

Quem viu o jogo de ontem entre Palmeiras e São Paulo observou, sem dificuldade, o curativo na orelha esquerda do goleiro Fernando Prass, atingido por um copo de vidro que se fragmentou ao atingir o bom goleiro.

Ninguém esquece dos atos brutais da torcida Império quando o Coritiba foi rebaixado em 2009. Da mesma forma, da falta de respeito da torcida Os Fanáticos, que proclama ofensas generalizadas contra jornalistas e adversários.

O futebol está chafurdando. Os dirigentes são contemplativos, quando não estimuladores dos atos indignos.

No Brasil, em particular, futebol e política se assemelham pela absoluta ausência de ética e correção. É o vale-tudo que mais enxovalha a vida do nosso povo, condenado a conviver com tanta excrescência.

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